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Guia
Em alto e bom som
Adolescentes adoram bandas de garagem e não
são poucos os que se interessam pelo equipamento mais barulhento.
O som de uma bateria pode alcançar 120 decibéis, o
mesmo ruído de um motor de Fórmula 1. Para evitar
danos à audição recomenda-se o uso de protetores
auriculares. Para proteger também os vizinhos, o melhor é
o isolamento acústico. Numa área de 10 metros quadrados,
gastam-se pelo menos 2 000 reais. Depois, é só tocar.
Conheça os diferentes tipos de bateria:
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nner
ACÚSTICA
É a tradicional: um kit de cinco
ou mais tambores, estantes, pedais, um banco e pratos. Há
modelos para iniciantes, semiprofissionais e profissionais,
de acordo com o tipo de madeira, tamanho e acabamento.
1000 a 25000 reais
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Fotos André
Penner
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DIGITAL
Composta de uma peça única
dotada de sensores eletrônicos, permite programação
e pode ser tocada apenas com as mãos ou com os dedos,
assim como teclar em um laptop. Ideal para ser usada em lugares
pequenos e facilmente transportável.
650 a 3500 reais
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ELETRÔNICA
Tem painéis de borracha ou fibras
na mesma quantidade do modelo acústico. Pode simular
outros instrumentos e ser tocada "em silêncio", com
fones de ouvido.
2000 a 26000 reais
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ESTUDO
Construída de madeira, fibra
e borracha. Há versões de plástico duro.
Como faz pouco barulho, é ideal para locais sem isolamento
acústico. Ela não substitui o instrumento. Serve
para praticar sem incomodar os vizinhos.
150 a 550 reais
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Fontes: Giba Favery,
professor da Escola de Música e Tecnologia de São
Paulo; João Barone, baterista dos Paralamas do Sucesso, e
Sergio Di Nardo, proprietário da Gang Music
Sucesso na adoção
O processo de adoção
é bastante complexo. A psicanalista Gina Khaff Levinzon,
da Universidade de São Paulo, é especialista em orientar
famílias que decidem adotar uma criança. Em seu segundo
livro sobre o tema, Adoção (Editora Casa do
Psicólogo, 14 reais), ela desmistifica alguns assuntos e
indica os caminhos para que o processo dê certo. Veja alguns
dos principais tópicos:
Preparação dos
pais
Alguns casais imaginam que o processo de adoção
seja como um conto de fadas e titubeiam quando aparecem as dificuldades
-- nada diferentes das que ocorrem com filhos naturais. Nesse momento,
é preciso estar preparado para aceitar a criança com
suas características específicas, sua maneira própria
de ser e sua história, que não podem ser apagadas.
Carga genética
Não é correto dizer que características
e aptidões da criança se devem exclusivamente à
herança genética. O ambiente familiar, a educação
e o universo cultural são elementos que se entrelaçam
com as disposições hereditárias e influenciam
no desenvolvimento.
A idade da criança
Quanto mais cedo é feita a adoção, menor
o risco de a criança ter passado por experiências de
abandono e sofrimento. Os especialistas consideram que a adoção
a partir dos 3 anos já é tardia. Além dessa
faixa etária, os candidatos a pais devem ter acompanhamento
especializado para atender às demandas particulares da criança.
Quando contar
A criança deve saber que é adotada. Isso dá
consistência a sua identidade. O momento de explicar a situação
coincide com o período das perguntas sobre como nascem os
bebês -- por volta dos 3 anos. Com isso, evita-se o risco
de um choque ou rejeição diante de uma revelação
abrupta.
Razões para não
adotar
Crise conjugal e intenção de fazer caridade não
são bons motivos para a adoção. Casais com
problemas de infertilidade também devem analisar se desejam
conviver com uma criança que não representará
solução para seu caso clínico.
O que
importa é correr
A corrida é o exercício com a
melhor relação entre custo e benefício. Só
exige tênis e disposição e recompensa o praticante
com a melhora geral da saúde. A dúvida é: correr
na rua ou na esteira? Compare:
Gasto calórico: no nível
de um amador, o esforço é similar na rua e na esteira.
Mas ao ar livre podem-se obter variações importantes.
"Correr na areia fofa representa um gasto calórico quase
duas vezes maior que o da corrida em terreno plano", diz Fernando
Torres, médico esportivo da Unifesp, de São Paulo.
Impacto: terrenos irregulares são
mais perigosos para as articulações do que a esteira.
"Há equipamentos com sistema de absorção de
impacto por bolsas de ar comprimido", exemplifica Júlio Serrão,
especialista em biomecânica. Também por isso um treino
na rua cansa bem mais.
Ritmo: a esteira permite controlar
todas as variáveis, seja para manter o ritmo, seja para alternar.
Na rua não se tem o mesmo controle. Isso leva à variação
da cadência e, em conseqüência, a um desgaste maior.
Prazer: a monotonia é desvantagem
da esteira. Por outro lado, não há chuva, poeira ou
frio que atrapalhem o exercício no equipamento. Já
há modelos com telas para simular trajetos.
Conclusão: conforme seu objetivo,
cada corredor decide o que é melhor. Com as instruções
corretas e orientação médica, nem esteira nem
a corrida na rua causam mal algum à saúde.
Editado por Eduardo Burckhardt.
Colaboraram Helena Fruet, Luis Perez e Tatiana Schibuola
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