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Gente Editado por Lizia
Bydlowski
Fora o talento, uma coisa é preciso admitir sobre MICHAEL JACKSON: ele ainda consegue surpreender. Ressurgido das sombras, o cantor reapareceu na semana passada com o rosto mais triangular que o de Madonna, cabelos com um certo quê de Michelle Obama e um furinho no queixo que virou furão. Os lábios? Bem, todo mundo já viu coisa parecida nas viciadas em plástica. Jackson anunciou uma temporada de shows em Londres, em julho, e sussurrou com vozinha frágil: "Será minha última apresentação". Esclarecem-se assim os dois motivos pelos quais passou as últimas semanas entrando e saindo de clínicas e consultórios de Los Angeles, sempre coberto dos pés à cabeça. Estava: 1) submetendo-se a uma batelada de exames, para fins de seguro do contrato; e 2) nem precisa dizer. Está na cara.
Pondo o circo na rua
Foi a semana das voltas retumbantes. Depois de cinco anos dedicados, em boa parte, a aprontar e se reabilitar, BRITNEY SPEARS, 27 anos, reencarnou como cantora em Nova Orleans, primeira parada de sua turnê Circus. Durante duas horas, transbordando energia e uns pequenos excessos prontamente anotados pela patrulha das dobrinhas, Britney dançou, dublou e trocou quinze vezes de roupa. Cada uma, um susto entre as obras dos gêmeos canadenses da marca Dsquared figuravam um maiô dourado com espetinhos no busto, uma segunda pele tatuada e decorada com alvos (sim, alvos) e um par de leggings de lantejoulas. Na comparação, até Michael Jackson sai ganhando.
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