Panorama
Datas
SÁB|28|FEV|2009
Gabriel de Paiva/Ag. O
Globo
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Vítima outra
vez
Marcelo Yuka, que ficou
paraplégico num assalto, foi novamente agredido
por bandidos |
Agredido
por dois assaltantes o músico Marcelo
Yuka, ex-baterista do grupo O Rappa. Yuka, que
é paraplégico, tomou socos na cabeça
e no estômago e foi jogado para fora de seu carro. Os
bandidos queriam levar o veículo, mas não souberam
dirigi-lo, pois ele é adaptado para deficientes. O
episódio ocorreu no bairro carioca da Tijuca, o mesmo
onde Yuka, ao tentar impedir um assalto, em 2000, foi atingido
por seis tiros e perdeu o movimento das pernas.
QUA|4|MAR|2009
Fernando Quevedo/Ag. O
Globo
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Barbárie no
Rio
Casal foi assaltado e jogado
da encosta de um morro |
Atirado
da encosta da Avenida Niemeyer, também no Rio de Janeiro,
o casal Marcelo de Souza e
Paula Barreto. Dominados por quatro homens armados,
eles entregaram carro, dinheiro e telefones celulares aos
bandidos. Ainda assim, foram levados para a beira da encosta
e empurrados em direção ao mar. Marcelo despencou
10 metros e ficou preso em uma árvore. Paula rolou
por 3 metros até conseguir agarrar-se nas pedras e
pedir socorro. O carro do casal foi encontrado na subida da
Rocinha. Os assaltantes, que moravam na favela, foram espancados
e entregues à polícia por traficantes locais,
preocupados com eventuais batidas em busca do quarteto. Pois
é.
Alan Marques/Folha Imagem
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Jackson Lago
O governador do Maranhão
teve o mandato cassado pela Justiça |
Cassado
por abuso de poder político e econômico o governador
do Maranhão, Jackson
Lago, do PDT. Ele foi punido por irregularidades cometidas
durante a campanha eleitoral de 2006. Lago participou de eventos
oficiais juntamente com seu antecessor e aliado José
Reinaldo Tavares. Para o TSE, isso o beneficiou na disputa.
O governador vai recorrer da decisão. Se a punição
for mantida, quem assumirá o governo maranhense será
Roseana Sarney, segunda colocada na última eleição.
Submetida
a um aborto a menina de 9
anos que ficou grávida de gêmeos depois
de ter sido estuprada pelo padrasto, Jaílson José
da Silva, de 23 anos, em Pernambuco. Silva contou à
polícia que desde 2006 abusava tanto da menina quanto
da irmã mais velha dela, de 14 anos. A mãe das
duas, Esmeralda Aparecida, disse que nunca desconfiou de nada.
O aborto foi realizado porque a gestação, além
de ter sido causada por estupro, punha em risco a vida da
menina, já que seu corpo de 9 anos (ela tem 1,36 metro
de altura e 33 quilos) não está preparado para
a maternidade. Seguindo o que está prescrito no Código
Canônico, o conjunto de leis que rege a Igreja Católica,
o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho,
excomungou a equipe médica que realizou o aborto e
a mãe da menina. A diretora do centro médico
onde foi realizado o procedimento, Fátima Maia, não
se importou: "Graças a Deus, fui excomungada por
ter feito a coisa certa".