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Cinema Por
um fio
A vida de Kim Basinger depende que medo de um celular  Isabela
Boscov
Divulgação
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se a bateria acabar... |
Jessica
(Kim Basinger) é raptada e jogada num sótão, onde vai ficar
até dizer onde está uma certa coisa o quê, ela não
tem a menor idéia. Jessica, que ensina ciências, consegue pôr
um telefone quebrado para funcionar. Ou quase. O que ela pode fazer é encostar
os fios até que eles disquem um número qualquer e alguém
responda. Aí, se a linha cair, adeus Jessica. Quem atende à ligação
é Ryan (Chris Evans), um surfista sem vocação para herói:
ele está no meio de uma cantada, acha que é alvo de um trote e,
no geral, é um irresponsável. Quando ouve Jessica sendo torturada,
porém, Ryan se toma de brios e aí é a hora de ele
se ver com os melindres da telefonia móvel. Baterias descarregadas e carregadores
deixados em casa, sinal fraco, estranhos falando na mesma freqüência
e todos aqueles outros probleminhas que os usuários conhecem tão
bem viram questões de vida ou morte no movimentado Celular
Um Grito de Socorro (Cellular, Estados Unidos, 2004), que estréia
nesta sexta-feira no país. Não se pode dizer que Celular
seja um filme de idéias, até porque ele tem uma só. Mas o
diretor David R. Ellis, um ex-dublê, a explora com imaginação
e modicidade de enrolação. O saldo é melhor do que em muitas
outras produções bem mais caras e pretensiosas.
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