Edição 1917 . 10 de agosto de 2005

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Guia

Vai viajar? Saúde!

Há instituições especializadas em medicina de viagem, área da saúde que tem como objetivo orientar viajantes sobre surtos, epidemias, cuidados preventivos e vacinas obrigatórias em diversos países. Recomenda-se uma consulta um mês antes da partida. Entre outras informações, o viajante informa o roteiro, a época do ano e o tipo de hospedagem. "Há diferença entre o risco que envolve um executivo em viagem de negócios e quem faz passeios selvagens", explica a infectologista Tânia Souza Chaves. Além de atuarem na prevenção de problemas, os centros diagnosticam e tratam as doenças no retorno. Eis algumas instituições no país:

São Paulo
Núcleo de Medicina do Viajante
Ligado ao Instituto de Infectologia Emílio Ribas, faz atendimento e vacinação gratuitos. www.emilioribas.sp.gov.br/viajante.htm

Rio de Janeiro
Centro de Informação em Saúde para Viajantes
Faz atendimento individual e consultoria para empresas e instituições. Atendimento gratuito. www.cives.ufrj.br

Curitiba
Travel Clin – Clínica de Medicina do Viajante
Presta atendimento individual e dá consultorias e palestras a grupos. Consultas individuais custam 150 reais. www.travelclin.com.br

Recife
Núcleo de Medicina de Viagem
No Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco. Atendimento gratuito. www.ufpe.br/hc/medicinav.htm

 

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Serviço completo em casa

A única certeza de quem começa uma construção, reforma ou mesmo um pequeno conserto numa instalação doméstica é de que há enorme risco de algo sair errado – geralmente por inabilidade de quem realiza o serviço. A advogada Samasse Leal, co-autora do livro Use as Leis a Seu Favor (Editora Reader's Digest), indica as principais precauções a ser tomadas para evitar esse tipo de problema:

Fazer pelo menos três orçamentos antes de fechar contrato. Eles devem incluir especificações sobre o material – como marca, tipo e quantidade.

Em obras grandes, contratar um empreiteiro para organizar pessoal e material.

Verificar se a empresa tem seguro em caso de acidentes que gerem prejuízos ou possam atingir os trabalhadores da obra.

Fazer um contrato escrito descrevendo o que será realizado, por quem, como, a que preço e em qual prazo.

Negociar o pagamento parcelado conforme as fases da obra e pelo serviço, não por dias trabalhados.

Exigir recibo e fazer os pagamentos em cheques nominais ou no cartão de crédito, cujas cópias e faturas também valem como prova de quitação.

Pagar ou exigir que a empresa comprove o recolhimento de impostos e taxas relativos à obra.

 
 
 
 
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