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Parabéns
pela mais brilhante, imparcial, séria e verdadeira reportagem a
respeito da grande família evangélica que já vi na
imprensa escrita deste país. Só uma revista como VEJA faria
uma reportagem limpa, digna e honesta, sem sensacionalismo, referente
a um assunto tão polêmico como a religião ("A força
do Senhor", 3 de julho). O diferencial
de VEJA em relação a seus concorrentes é a sensibilidade
às transformações sutis ocorridas em nosso querido
Brasil. Parabéns, VEJA, pela reportagem isenta de preconceitos. VEJA soube
exatamente como dosar os agrados e os puxões de orelha e acabou
conquistando esses milhões de leitores. Realmente,
a Bíblia diz que "é mais fácil um camelo passar
pelo buraco de uma agulha que um rico entrar no reino dos céus".
Não é invenção católica. Quanto aos
lucros dos evangélicos, trata-se de uma prática nada cristã.
Como será que eles interpretam a passagem bíblica em que
Cristo afirma que não se pode servir a dois deuses ao mesmo tempo?
Tenho certeza
absoluta de que um dia leremos que Diogo Mainardi está internado
num hospício qualquer. Mas espero que, mesmo de lá, VEJA
não deixe de publicar seus artigos. Mainardi é maluco, mas
é maravilhoso ("Me chame de Uri Geller", 3 de julho).
Tenho 19
anos e estudo gestão em hotelaria, turismo e lazer. Cumprimento
a revista pelo especial VEJA Turismo, que mostrou um pouco de nosso
país em reportagens objetivas, honestas e transparentes. A edição
especial traz uma foto do interior do Restaurante Toscana (Tiradentes)
como sendo do Theatro da Villa ("Jóia mineira").
Imaginem
a alegria, o orgulho e a satisfação dos desgarrados brasileiros
que estão espalhados mundo afora neste momento. A maior vontade,
é claro, era estar no Brasil só para ver a felicidade estampada
na cara de cada brasileiro mostrando todo o carinho pela pátria
que, de tão amada, acabou se tornando o maior espetáculo
do mundo. Não é a toda hora que se pode apreciar tal contentamento.
Portanto, celebremos com carinho a grande festa! Sim, somos todos campeões
do mundo! Parabéns
pelo penta, guri Felipão! Sou orgulhosa de ser brasileira e gaúcha.
Obrigada por teres tomado nosso querido e gostoso chimarrão na
cerimônia de premiação no Palácio do Planalto,
em Brasília. Ótima
a edição especial É Penta!. Já estava
chegando ao final da leitura da revista quando, num quadro da página
103 que indica as falhas dos palpites da imprensa, até mesmo VEJA
"escorregou" ao informar que o melhor jogador da Copa 2002 foi um brasileiro
o que não ocorreu. Foi eleito o goleiro alemão Oliver
Kahn.
CORREÇÕES:
Em "A
glória dos pentacampeões" (especial É
Penta!, julho de 2002), o correto é dizer que alemães
e italianos precisarão ganhar dois títulos para alcançar
o Brasil.
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