Edição 1857 . 9 de junho de 2004

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Jantar para homens

 
Lucia Brandão

A primeira coisa que o homem deve observar ao escolher o traje para um jantar formal é a indicação do convite. "Traje a rigor" pede smoking; "social", terno escuro; "passeio completo", terno claro; "passeio", blazer com gravata; "esporte completo", blazer sem gravata (a calça pode ser até jeans); "esporte" permite ir sem paletó. Se o convite não trouxer indicação, vale conferir ligando para o anfitrião.

Em um jantar de negócios, terno azul-marinho é a escolha clássica. Cinza e, em situações mais formais, preto são bem-aceitos. Evite verde e marrom. Para quem se sente inseguro em fazer combinações, recomenda-se que a camisa seja mais clara que o terno, e a gravata, mais escura que a camisa. No traje passeio completo não substitua o blazer por terno sem gravata.

Na hora do jantar, é permitido – mas não é necessário – tirar o paletó. Não se afrouxa o colarinho nem se arregaçam as mangas. Só o pendure na cadeira se não houver um lugar apropriado.

Quem convida paga, mas consulta o convidado sobre o lugar. Para não ser surpreendido por uma escolha cara, comece perguntando o tipo de cozinha preferido e daí sugira algo dentro de seu orçamento. O convidado não deve escolher o prato mais caro – nem o mais barato – do menu.

Na hora da conta, o anfitrião deve cuidar para que os convidados não vejam o valor, mas não há constrangimento algum em conferi-lo ou reclamar de algum erro.

Lígia Marques,
consultora de etiqueta

 

Plano para os dentes

Convênios odontológicos são vantajosos para o usuário quando bancados pela empresa em que ele trabalha. Na hora de pagar diretamente o plano, é preciso fazer algumas contas. Uma pessoa que necessita apenas de um ou dois procedimentos rotineiros por ano – limpeza, restauração, flúor – não gastará mais de 200 reais com dentista anualmente, menos do que pagaria aos planos mais baratos. Quem precisa de tratamentos complexos – cujos preços variam de 300, no caso de um canal, a 3 000 reais ou mais, quando se utilizam próteses – pode pensar em convênio. Mas nem todos cobrem esses procedimentos. Informe-se sobre coberturas e carências antes de assinar o contrato.

AMESP
A mensalidade é de 37,50 reais por pessoa. Não cobre colocação de prótese. Tem carência de trinta dias, ou cinco meses para a colocação de aparelhos.

AMIL DENTAL
Mensalidade de 50 a 80 reais. Casais têm desconto. Dependente paga entre 54 e 68 reais. O plano básico não cobre próteses. A carência média é de seis meses.

UNIODONTO
O titular paga 31 reais por mês. Não cobre procedimentos como prótese ou cirurgia periodôntica. Carência de trinta dias (sessenta dias para canal).


EXCLUSIVO ON-LINE
Algumas opções de planos

 

Fontes: Miguel Nobre, presidente do Conselho Federal de
Odontologia; Cléo Saldanha, presidente do Sindicato
de Odontologia do Rio Grande do Sul; empresas

Colaborou Roberta Abreu Lima

 
 
 
 
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