Edição 1857 . 9 de junho de 2004

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Em busca da gasolina barata

Vale a pena rodar alguns quilômetros a mais para economizar em um posto distante? Na maioria das vezes, não, explica o matemático financeiro José Dutra Vieira Sobrinho. Uma diferença de 10 centavos por litro significa 5 reais poupados num abastecimento de 50 litros. Se o posto em promoção fica a 10 quilômetros de distância e seu carro faz excepcionais 15 quilômetros por litro, metade dessa economia será perdida no trajeto de ida e volta. Nesse mesmo exemplo, quem enche o tanque a cada quinze dias fará uma economia anual de... 60 reais, o preço de um jantar em um restaurante razoável.

A economia que dá prejuízo

Exemplo: um carro que roda 8 quilômetros com 1 litro

O posto cujo litro é 0,05 real mais barato fica a 3 quilômetros do posto habitual do motorista.

Ao abastecer 30 litros, economiza-se 1,50 real.

Mas o percurso até o posto (ida e volta) já consome 1,35 real.

Resultado: economia de 0,15 real.

Além disso, há o gasto de tempo, de pneus, de lubrificantes ­ e também a possibilidade de ter comprado combustível adulterado.

 

Os primeiros sinais das drogas

É pelos vestígios de uso e pelas alterações comportamentais que os pais podem identificar se o filho ou a filha consumiu droga e às vezes até saber qual foi a substância. Nenhum comportamento muda sem motivo. Toda vez que o filho tem comportamentos diferentes dos de longa data é preciso que se busque a causa, que pode ser ou não droga. Perceber não é fácil. Jovens experimentam drogas longe dos pais, em ocasiões com tempo suficiente para o efeito desaparecer. Em média os pais levam cerca de um ano e meio para descobrir. Das drogas ilegais, a primeira a ser usada pelos jovens, cada vez mais precocemente, é a maconha. Por isso vamos relacionar seus sinais e os disfarces a que se deve estar atento.

Olhos cor de sangue vivo. Disfarce: colírio.

Pupilas dilatadas. Disfarce: colírio.

Boca seca, saliva grossa, dificuldade para cuspir. Disfarce: chiclete.

Hálito de maconha. Disfarce: balas, essências, cigarro.

Cheiro de maconha nos dedos e cabelos. Disfarce: perfumes fortes, plantas cheirosas trituradas com os dedos.

Voz pastosa, mais grave. Disfarce: falar o menos possível.

Pálpebras caídas. Disfarce: massagens.

Expressão facial sem vida e olhar mais lento. Disfarce: não olhar nos olhos dos pais.

Içami Tiba, psiquiatra e escritor, autor de Anjos Caídos – Como Prevenir
e Eliminar as Drogas na Vida do Adolescente (Editora Gente)

 

Flores virtuais

Divulgação


E
ncomendar flores pela internet é uma opção cômoda para o Dia dos Namorados. As floriculturas on-line têm promoções para o próximo dia 12. Paga-se com cartão ou por transferência bancária.

www.giulianaflores.com.br
Oferece arranjos em formato de coração para os apaixonados. Gracile (arranjo de rosas colombianas e chocolate): 89 reais.

www.uniflores.com
Tem uma linha romântica para o dia 12. Um ikebana de gérberas sai por 34 reais.

www.universodasflores.com.br
No Dia dos Namorados, também entrega chocolates belgas, bichos de pelúcia especiais e rosas de cores diferentes. Coração de rosas (foto): 57 reais.

www.assinaflor.com.br
No dia 12, com os arranjos ganha-se um porta-clipes em forma de coração. Pote de rosas cor de laranja: 49 reais.

www.floresonline.com.br
No Dia dos Namorados, pode-se enviar também docinhos (bem-casados). Trio de rosas na folha de seringueira: 42 reais.

www.floresnaweb.com
Além dos arranjos convencionais, tem cestas eróticas para os casais. Buquê com 36 rosas: 142 reais.

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Outras opções de entrega

 





Vinhos para os pratos do inverno


Luis Gomes


F
rio combina com comidas mais pesadas e também com um bom vinho. Mas os dois juntos funcionam? Quando se quer apreciar um grande vinho, não, explica o especialista Guilherme Rodrigues, membro de confrarias internacionais. Pratos fortes tendem a abafar a sutileza dos vinhos nobres. Seria um desperdício. Isso não significa que não se possa acompanhar um prato pesado com uma boa garrafa. Os exemplos abaixo podem ajudar na escolha.

 

 


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Outras sugestões

 

Editado por André Fontenelle. Colaboraram Helena Fruet e Tatiana Schibuola

 

 
 
 
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