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Quem não tem
terá
Gravadores
de CD são
a melhor
novidade dos computadores

Fernanda
Colavitti
Lançados
no Brasil há pouco mais de três anos, os gravadores de CD
eram praticamente inacessíveis à maioria dos donos de computador.
Seu preço era muito alto e a operação, trabalhosa.
Agora os gravadores, chamados de drives CD-RW, se modernizaram, ficaram
mais baratos, descomplicados e, finalmente, entraram para a cesta básica
de muitos usuários de computador doméstico. "Queimar CDs"
tornou-se uma atividade quase tão adorada pelos adolescentes quanto
"ficar" ou "sair para uma balada". O maior atrativo é gravar músicas
baixadas da internet em formato MP3, que são depois convertidas
em arquivos musicais que podem ser reproduzidos pelos CD-players comuns.
Os gravadores mais novos usam dois tipos de disco, o CD-R (que permite
uma única gravação) e o CD-RW (reutilizável).
"É
o acessório cuja venda mais cresceu nos últimos meses, desde
o Natal", diz Walter Sitta, gerente de canais da Sony Informática
no Brasil. A previsão de Sandra Faria, gerente de aplicações
da Philips, é que, em pouco tempo, eles substituam os drives de
CD-ROM e DVD-ROM que já vêm instalados nos melhores computadores.
Isso está acontecendo nos Estados Unidos. Os diversos modelos e
marcas de aparelhos existentes no mercado diferem quanto à velocidade
de gravação, regravação e leitura. O tempo
gasto para gravar um CD musical inteiro vai de seis a dezesseis minutos.
A grande dúvida na hora de comprar diz respeito ao tipo de conexão
que o novo drive terá com a máquina. Eles podem ser plugados
de três ou quatro maneiras, dependendo do computador. As ligações
do tipo SCSI, iLink e USB são as mais velozes e estáveis.
Os discos graváveis uma única vez custam de 3 a 5 reais.
São os preferidos. Não só pelo preço baixo.
É que, ao contrário dos CDs-RW, eles podem ser tocados nos
aparelhos de som comuns.
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