Panorama
Veja Essa
Editado por Julio Cesar de Barros
jbarros@abril.com.br
Ilustração Dálcio
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"Se concentração ganhasse jogo,
o time do presídio
venceria sempre."
Ronaldo, o Fenômeno, lembrando Antonio Franco de Oliveira,
o Neném Prancha (1906-1976) mito do futebol de praia
do Rio de Janeiro , ao reclamar da programação austera do
Corinthians
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"Sinto-me mal pelo que aconteceu. Fiz todo o possível para
aconselhar o presidente
a buscar
uma saída legal para a situação. Não teve jeito.
Ninguém está acima da lei."
Do general Romeo Vásquez, comandante da operação
que derrubou
José Manuel Zelaya, presidente de Honduras, que pretendia violar
a Constituição para fazer em seu país o que Chávez
faz na Venezuela
"Eu deixei de apoiá-lo no momento em que ele começou
a atuar à margem da lei.
Eu sou advogada.
Eu respeito a Constituição."
Myrna Castro, deputada hondurenha,
que, embora seja do mesmo partido
de Zelaya, apoiou sua derrubada
Valeria Gonçalvez
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"Não há comparação entre o Brasil
de hoje e o
Brasil de quinze anos atrás."
Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente
da República, falando sobre os quinze anos do Real
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"A América Latina vive seu melhor período democrático.
Seus presidentes, entretanto, adquiriram um costume preocupante: mudar as regras
do jogo na metade da partida, para permanecer no poder."
Javier Lafuente, do jornal espanhol
El País, comentando o contragolpe em Honduras
Yariv Milchan/Corbis Outline/Latinstock
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"Minha mãe se matou de trabalhar para dar uma casa para
mim e meu irmão. Enquanto isso, meu pai (o ator Jon Voight) ganhava um
Oscar e vivia com outra mulher."
Angelina Jolie, atriz, chorando
as mágoas na capa da revista NOVA de julho |
"Kadafi é uma pessoa que alguns dizem ter problemas
com a democracia."
Do presidente Lula, na Líbia, onde participa de reunião
da União Africana
"Conto com o apoio do
presidente Lula."
Omar al-Bashir, ditador do Sudão, que teve
ordem de prisão decretada pelo Tribunal Penal
Internacional por crimes contra a humanidade
Stuart Ramson/AP
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"Deixo uma herança de vergonha para minha família
e para meus netos."
Bernard L. Madoff, financista americano, ao ser sentenciado a 150 anos de prisão por fraudes
estimadas
em 65 bilhões de dólares
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"A mensagem que deve ser passada com esta sentença é
a de que o crime cometido pelo senhor Madoff foi diabólico."
Do juiz Denny Chin,
que condenou Madoff
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