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Home  »  Revistas  »  Edição 2120 / 8 de julho de 2009


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Panorama

Veja Essa

Editado por Julio Cesar de Barros
jbarros@abril.com.br

Ilustração Dálcio

"Se concentração ganhasse jogo,
o time do presídio venceria sempre."

Ronaldo, o Fenômeno, lembrando Antonio Franco de Oliveira,
o Neném Prancha (1906-1976) – mito do futebol de praia do Rio de Janeiro –, ao reclamar da programação austera do Corinthians


"Sinto-me mal pelo que aconteceu. Fiz todo o possível para aconselhar o presidente
a buscar uma saída legal para a situação. Não teve jeito. Ninguém está acima da lei."

Do general Romeo Vásquez, comandante da operação que derrubou José Manuel Zelaya, presidente de Honduras, que pretendia violar a Constituição para fazer em seu país o que Chávez faz na Venezuela


"Eu deixei de apoiá-lo no momento em que ele começou a atuar à margem da lei.
Eu sou advogada. Eu respeito a Constituição."

Myrna Castro, deputada hondurenha, que, embora seja do mesmo partido de Zelaya, apoiou sua derrubada

Valeria Gonçalvez

"Não há comparação entre o Brasil de hoje e o Brasil de quinze anos atrás."
Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente da República, falando sobre os quinze anos do Real


"A América Latina vive seu melhor período democrático. Seus presidentes, entretanto, adquiriram um costume preocupante: mudar as regras do jogo na metade da partida, para permanecer no poder."

Javier Lafuente, do jornal espanhol El País, comentando o contragolpe em Honduras

Yariv Milchan/Corbis Outline/Latinstock

"Minha mãe se matou de trabalhar para dar uma casa para mim e meu irmão. Enquanto isso, meu pai (o ator Jon Voight) ganhava um Oscar e vivia com outra mulher."
Angelina Jolie, atriz, chorando as mágoas na capa da revista NOVA de julho


"Kadafi é uma pessoa que alguns dizem ter problemas com a democracia."

Do presidente Lula, na Líbia, onde participa de reunião da União Africana


"Conto com o apoio do presidente Lula."

Omar al-Bashir, ditador do Sudão, que teve ordem de prisão decretada pelo Tribunal Penal Internacional por crimes contra a humanidade

Stuart Ramson/AP

"Deixo uma herança de vergonha para minha família e para meus netos."
Bernard L. Madoff, financista americano, ao ser sentenciado a 150 anos de prisão por fraudes estimadas em 65 bilhões de dólares


"A mensagem que deve ser passada com esta sentença é a de que o crime cometido pelo senhor Madoff foi diabólico."
Do juiz Denny Chin, que condenou Madoff

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