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Home  »  Revistas  »  Edição 2120 / 8 de julho de 2009


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Leitor

Assuntos mais comentados
Michael Jackson (capa) – 95
Senado em crise – 72
Vaidade infantil – 22
Leonardo (entrevista) – 9
Distúrbio fronteiriço – 8


Michael Jackson

"Nenhum ícone da música aglutinou tantos talentos em uma só personalidade como Michael Jackson: compositor, cantor, coreógrafo, dançarino. Jackson se confunde com o próprio conceito do que é a cultura pop. Insuperável e insubstituível."
César Caldas
Curitiba, PR

Timothy A. Clary/AFP 
Michael Jackson
"Ele foi a personificação das deformações que a fama é capaz de imprimir, até mesmo fisicamente, em quem vive dela. Mas, no momento de sua morte, voltou a ser o que foi na maior parte da vida: um ícone."
VEJA (1º de julho)


Com a trágica notícia da morte do astro Michael Jackson, veio a curiosidade de saber como seria a capa de VEJA da semana. Como retratar alguém tão mutável como Michael? Como representar alguém que teve sua imagem física tão modificada com o passar dos anos? Mais uma vez VEJA inovou, mostrando um símbolo que é reconhecido no mundo inteiro. Parabéns a toda a equipe, pela capa e pela reportagem belíssimas. É uma edição para ser guardada e passada de geração em geração, assim como meus LPs desse artista inesquecível ("Uma lenda envolta em mistério, dentro de um enigma", 1º de julho).
Andressa S. Nunes
Cariacica, ES

VEJA consegue se superar uma vez mais. A capa da edição da última semana é antológica. Nenhuma revista do mundo (até agora) conseguiu sintetizar o que foi Michael Jackson de forma tão sublime. Os diamantes e o ouro refletem o que representou o astro para o universo musical. A ausência do ídolo numa foto em fundo preto, além de denotar o intrigante recolhimento em que viveu, mostra o luto e a falta que fará para o seu meio. Particularmente, eu não gostava de Michael Jackson, mas, como gosto de VEJA, de design e de bom gosto, aplaudo o autor da capa.
Roberto Kedoshim
São Paulo, SP

Magistral! Não é uma capa, é um monumento!
Sebastião Silva
Goiânia, GO

Acho que a maioria das pessoas conhece Michael Jackson como um cara bizarro que fez inúmeras plásticas, andava com o rosto coberto e vivia escondendo os filhos. O astro decadente envolvido em escândalos de pedofilia. Mas poucos sabem o gênio musical que ele foi. O maior fenômeno musical desde Elvis e os Beatles.
Marfisa Bastos Aguiar
Fortaleza, CE

Foi-se um dos últimos grandes nomes da música mundial. Só nos restam celebridades de segunda categoria e músicas de gosto duvidoso. Não é à toa que os CDs mais vendidos da atualidade são de artistas mortos.
Sandro Estevão da Silva
Diadema, SP

O menino-homem que tentou recuperar a infância perdida, tornando-se um homem-menino, não podia mais ficar neste mundo. A qualquer momento ele poderia encontrar-se com a face da velhice, o que tanto temia.
Juliana Barreto
Pirapora, MG

Quando Elis se foi, alguém disse que um ídolo como ela nunca morre, fica eterno junto à lembrança de cada acontecimento de nossa vida que foi embalado e embelezado por sua voz. Eu discordo. Hoje, choro a morte de Michael, esse menino que, embora um ano mais novo que eu, nunca cresceu. Uma personalidade frágil como uma avenca ao vento. Sinto que morro um pouco com ele.
Silvia Maria Nagalli
São Paulo, SP

O luto mundial é inevitável.
Leandro Christofoletti Schio
São José dos Campos, SP

Apesar de inúmeras turbulências em sua vida, fica registrado o profissional que ele era, obstinado na perfeição daquilo que fazia, precursor de tendências. Há o antes e o depois de Michael Jackson.
Gilson de Souza Matias
Porto Velho, RO

Esperamos que a celeuma provocada pela morte do ídolo pop Michael Jackson alerte para o problema do mau uso dos medicamentos e da automedicação.
Roberto Blatt
São Paulo, SP

Michael Jackson subia aos palcos e apresentava sua genialidade e perfeição. Já nos bastidores, víamos espantados sua assustadora transformação. Que sua melhor e verdadeira face reine agora, e que suas músicas brilhem para sempre.
Denis Schaefer
São Paulo, SP

São louváveis as homenagens prestadas ao cantor pop Michael Jackson. O que não podemos esquecer é das acusações de abuso sexual que pesaram contra ele. Ou algum insensato teria coragem de abrir uma escola infantil com o nome "Educandário Michael Jackson"?
Fabrício Conera Barbosa
Cuiabá, MT

 

Senado em crise

Quando criança, perguntei ao meu pai o porquê de ele cortar o abacaxi em fatias, e não em rodelas. Ele respondeu que era para que quem comesse o lado doce também tivesse de comer da parte mais azeda. O Senado Federal corta o abacaxi em rodelas e distribui a parte doce entre seus apadrinhados. Os assessores, que sabem de tudo e poderiam denunciar, ficam com as sobras das hienas e, assim como os abutres, comem quietos, sem nenhum ruído. Nós, os cidadãos comuns de Brasília, continuamos comendo as rodelas azedas e ainda levamos a fama de viver na ilha da fantasia ("Hora de fazer a faxina", 1º de julho).
Rui Tavares da Costa
Brasília, DF

Muito feliz e corajosa a atitude do senhor Alexandre Guimarães ao denunciar as mazelas do Senado, das quais ele próprio é um dos beneficiários. Atitude essa que só mesmo quem não tem o rabo preso com ninguém é capaz de tomar. Aparecerão outros com coragem suficiente para tal?
Osmir José do Nascimento
Porto Velho, RO

Segurança do Senado: 18 000 reais. Copeiro do Senado: 10 000 reais. Faxineiro honesto para limpar a sujeira do Senado: não tem preço.
Herberth Rodrigo Galvan Gómez
Ribeirão Preto, SP

O Senado brasileiro nasceu por descuido, já que não tínhamos estados independentes a ser representados. Atualmente, o papel de representante das unidades da federação é insignificante, quase inútil. Aliás, em muitos casos o senador é adversário do governador e almeja o seu cargo. Portanto, diante disso tudo que está aí, não seria o caso de pensar, agora seriamente, no sistema unicameral?
Claudio da Silva Rizo
Umuarama, PR

O Senado sente falta de políticos que amem o Brasil, e a maioria deveria ser julgada na Justiça comum, como qualquer ladrão.
Carlos A. Ferreira
Vargem Pequena, RJ

Mesmo lendo semanalmente VEJA há muitos anos, ainda não consegui estabelecer a diferença entre o Senado e o Rio Tietê, em São Paulo. Sou baiano burro ou existe diferença?
Luiz Carlos Santana
Salvador, BA

Engana-se quem pensa que nossos senadores, após tantos escândalos, não têm mais nenhuma utilidade para o país. Eles servem, no mínimo, de maus exemplos.
Jorge Luiz Baldasso
Dourados, MS

Entendo que não exista melhor definição para o nosso Senado do que a célebre frase do grande Eça de Queiroz: "Os políticos e as fraldas devem ser trocados frequentemente e pela mesma razão".
João Fernando Krahe
Porto Alegre, RS

Tendo sido citado na matéria "O Senado me envergonha", em declarações do senhor Alexandre Guimarães, esclareço que fui contratado de maneira regular, no devido processo legal, aprovado em concurso disputado por milhares de pessoas, e que a ideia de que tenha havido a contratação de quarenta pessoas para que eu pudesse ser contratado não passa de maledicência extravagante de que o senhor Alexandre Guimarães se coloca como beneficiário. Finalmente, tenho grande orgulho de trabalhar no Senado Federal e em particular com o presidente José Sarney.
Pedro Costa
Por e-mail

 

Araguaia

É com extrema indignação e tristeza que escrevemos a VEJA para encaminhar a manifestação da família de Antonio Teodoro de Castro, citado na reportagem "Memórias do extermínio" (1º de julho). Ela relata os últimos momentos vividos por um cidadão brasileiro, segundo um dos seus algozes (que o executaram), num ato de extrema falta de humanidade, ética, justiça e respeito aos direitos humanos por parte daqueles que deveriam assegurá-los. Lamentamos profundamente tomar conhecimento desses fatos e gostaríamos de mais uma vez clamar por justiça, posicionar-nos contra a impunidade que vivenciamos neste país, aproveitar esta oportunidade ímpar para lançar luz no episódio e conclamar todos os brasileiros para jamais permitir que algo como isso aconteça novamente em nosso país.
Sandra Pinto de Castro
Por e-mail

 

Carta ao Leitor

Sem dúvida, VEJA toca em um ponto crucial na Carta ao Leitor "Um país melhor que seus políticos" (1º de julho). Ao completar cinquenta anos, a capital do Distrito Federal, afundada no mar de lama promovido pelos maus políticos, deixa-nos perplexos ante os desmandos praticados.
Miguel Scofano
Niterói, RJ

 

Vaidade infantil

Infinitamente mais triste que a reportagem sobre Michael Jackson foi a reportagem "Unha, cabelo e muito mais" (1º de julho), sobre crianças de 9, 10, 12 anos que vivem uma fantasia lamentável de mulheres pseudoadultas. Quantos Michael Jackson precisaremos ter para que as mães percebam que, com atitudes ridículas como incentivar as filhas a frequentar spas e a usar Botox, estão destruindo o que uma pessoa tem de mais puro e importante em sua vida: a infância?
Ligia Marques
São Paulo, SP

 

Distúrbio fronteiriço

Parabéns pela esclarecedora reportagem "A vida à beira de um abismo" (1º de julho). É importante que as pessoas tenham acesso a temas tão delicados. As que sofrem desse distúrbio precisam entendê-lo e acreditar na técnica terapêutica e nos medicamentos, que, se utilizados de modo adequado, controlam o sofrimento. Assim, poderão viver de maneira mais confortável e até produtiva.
Rosana Alves Vieira
Psicóloga pós-graduada em terapia cognitivo-comportamental
Rio de Janeiro, RJ

 

Leonardo Nascimento de Araújo

Excelente a entrevista com Leonardo, o novo técnico do Milan (Amarelas, 1º de julho). Ele demonstrou que mesmo sendo tão jovem se encontra à frente de muitos cartolas brasileiros. Nosso futebol está precisando de alguém com visão semelhante à dele.
Saul Brito
Coaraci, BA

Na introdução da entrevista com Leonardo, VEJA diz que só Luxemburgo e Felipão treinaram equipes de alto escalão na Europa. Esqueceu de citar o técnico Paulo Amaral, que de 1962 a 1964 treinou a equipe da Juventus (Itália).
Lucas Melo
Aracaju, SE

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