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Guia
Uma aventura sem problemas
Praticar trekking combate o stress e traz outros
benefícios à saúde. Emagrece, trabalha a musculatura
de panturrilha, coxas e glúteos, aumenta a capacidade respiratória
e fortalece o coração. Porém, para ficar apenas
com o lado bom da atividade, é preciso tomar alguns cuidados.
Eis os principais problemas que podem acontecer e as formas de lidar
com eles:
No rumo certo
Equipamentos checados e roteiro escolhido,
é hora de pôr o pé na trilha. Alguns fatores
devem ser observados para evitar sustos:
ÁGUA
Deve-se evitar beber em fontes e riachos quando não se conhece
a pureza da água. Lojas especializadas vendem produtos que
purificam a água.
GUIA
É importante sua experiência na região. Um bom
profissional sabe, por exemplo, onde encontrar água potável
ou se proteger de uma tempestade. É fundamental que ele tenha
treinamento em primeiros socorros.
CACHOEIRA
Antes de entrar, é preciso observar a profundidade do fosso
e a firmeza das pedras. Deve-se tomar cuidado com correntes e redemoinhos,
indícios de águas perigosas.
VELOCIDADE IDEAL
Em grupos deve-se buscar um meio-termo entre o participante
mais rápido e o mais lento da turma. "A caminhada não
pode ser acelerada a ponto de tirar o fôlego", diz Esdras
Martins, presidente da Federação Paulista de Enduro
a Pé e Trekking.
CHUVA
Enquanto a marcação do caminho estiver clara, é
possível continuar. Senão, é melhor parar.
Se há raios, nunca se deve ficar debaixo de árvores.
Capas ajudam a se proteger.
CELULAR
É útil em emergências. Deve ser levado na mochila,
protegido da água.
Cuidado com os pés
Bolhas são as grandes vilãs de
um trekking. Para evitá-las, basta seguir algumas recomendações:
Ao escolher o calçado, lembrar que os pés
geralmente incham um pouco durante a caminhada
Jamais encarar a trilha com botas ou tênis novos.
Recomenda-se amaciá-los antes no dia-a-dia
Usar meias com pouca ou nenhuma costura
Limpar imediatamente os tênis se sentir areia ou pedrinhas
Aplicar um esparadrapo ao menor sinal de ardor, para evitar
bolhas
Bolhas com até 1 centímetro de diâmetro
não devem ser furadas, somente protegidas com pomada e curativo.
As maiores podem ser furadas com uma agulha limpa, drenadas e tratadas
com anti-séptico e curativo. Quem não tiver prática
deve pedir ajuda a um especialista
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