| Fale conosco |
| Ajuda |
| Mapa do site |
![]() |
|
Crie seu grupo |
Felipe Patury
Só faltava essa Os caixas eletrônicos de São Paulo podem deixar de funcionar à noite. A idéia surgiu depois que se verificou que os sequestros-relâmpago caíram 64% durante o período de racionamento, quando as máquinas permaneciam desligadas no horário noturno. Para não acabar inteiramente com o serviço, o governo estadual sugeriu que a Febraban instale caixas eletrônicos nas delegacias e nos quartéis da polícia. Mais um pouco e as autoridades resolvem abolir o dinheiro, essa invenção perigosa, para zerar os assaltos.
Recordar é viver Lembra aquela história dos lobistas espertalhões que, em 1996, tentaram convencer o governo a pagar 4 bilhões de reais por títulos caducos emitidos em 1902? Para isso, eles se muniram de pareceres jurídicos de Miguel Reale Júnior e Luiz Guilherme Schymura. Pois é, o primeiro virou ministro da Justiça e o outro foi empossado na semana passada presidente da Anatel.
Dantas ataca outra vez O banqueiro Daniel Dantas quer estender seus domínios nas telecomunicações. Controlador da Brasil Telecom, ele negocia a compra de metade das ações da Intelig, lote que hoje está nas mãos da France Telecom e da Sprint. Como Dantas não dá ponto sem nó, para fechar o negócio ele exige que a inglesa National Grid, a outra acionista majoritária, lhe ceda o comando da Intelig. A cobrar para sempre A Telemar recebeu calote de 70% das linhas telefônicas instaladas no ano passado no Sudeste, Nordeste e Norte. É o equivalente a 2 milhões de assinantes. Todas as linhas foram desligadas, mas deixaram um prejuízo de 1,8 bilhão de reais.
A vida continua As enormes dificuldades financeiras por que passa a Varig não interromperam seus planos de crescimento. A companhia pretende inaugurar mais seis vôos internacionais regulares. Na lista, há dois para Madri, um para Frankfurt, um para Milão, um para Paris e outro para Miami.
Um brinde a abril O calor inesperado de abril aumentou as vendas de cerveja em 5% em relação ao mesmo mês de 2001. É o melhor resultado nos últimos quatro anos.
Quero meu dinheiro Está em curso uma queda-de-braço entre o BNDES e a empresa americana AES, que recebeu um financiamento da instituição para comprar a Eletropaulo e a mineira Cemig. A AES quer pagar o empréstimo com os lucros que auferir no país. O BNDES não aceita. Exige que a empresa busque dinheiro na matriz para cobrir a dívida. A briga anda tão quente que o BNDES ameaçou tomar de volta dos americanos as ações da Eletropaulo, o que significaria a reestatização da companhia de energia paulista. Na AES, ninguém está com medo disso.
Porto a pique Brasília quer transferir a administração do Porto de Santos para o governo paulista. As negociações iam bem até a semana passada, quando se constatou que havia um rombo de 700 milhões de reais na contabilidade do porto. O Ministério da Fazenda diz que não paga. O governo paulista idem.
Procura-se procurador A Receita Federal descobriu que um procurador da República de São Paulo recebia dinheiro de uma empresa de bebidas para perseguir suas concorrentes. Além de usar o cargo em benefício próprio, o procurador andou sonegando imposto de renda. Nos próximos dias, ele será intimado pelos jornais a pagar a dívida com o Fisco.
Calabi, o forasteiro Andrea Calabi foi escolhido para representar a Previ no conselho do Banco do Brasil. Pela primeira vez alguém que não é dos quadros do banco exercerá essa função. Primeira e última. Os próximos representantes voltarão a ser escolhidos entre os funcionários do BB.
Dias melhores virão? Em 1989, a Cininvest Produções Vídeo Cinematográfica Ltda. produziu o filme Dias Melhores Virão, do diretor Cacá Diegues. A empresa usou recursos da extinta Embrafilme e deixou uma nota pendurada no Tesouro Nacional. Em 1992, ano em que foi feito o último cálculo do papagaio, ele era equivalente a 190.000 reais. A dívida ainda não foi parar na Justiça porque o Ministério da Fazenda pediu que a Secretaria do Audiovisual fornecesse mais informações sobre o caso, a fim de instruir o processo. Cano no festival Os promotores do Festival Internacional de Cinema de Brasília, que terminou na semana passada, tomaram um cano de 300.000 reais. A paulista DHP e a brasiliense Cinecom receberam o dinheiro para montar cinco salas de projeção, mas sumiram na hora de fazer o serviço. Contratada às pressas, uma terceira empresa aprontou tudo em apenas cinco dias.
Celular controlado A CBF autorizará os jogadores da seleção brasileira a usar telefones celulares dentro da concentração, durante a Copa do Mundo. Mas só até as 22 horas do horário coreano e japonês. Depois disso, os celulares serão recolhidos.
Colaboraram: Gabriela Carelli e Luís Henrique Amaral |
|