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"VEJA
encerrou 2002 com chave de ouro ao nos presentear com uma magnífica
reportagem sobre o Deus que veio à terra para nos salvar."
Marcos Amaral Mendes
Cuiabá, MT
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Jesus Cristo
Tendo a
coragem de falar de Jesus, a revista VEJA está contribuindo para
a construção de um mundo melhor. É vivendo o amor
ensinado por Jesus que a humanidade vai encontrar a solução
para todos os problemas atuais. Parabéns pelo presente de aniversário
que VEJA deu a Jesus ("O que Ele tem a dizer a você hoje", 25 de
dezembro).
Valmirio Francisco da Silva
Magé, RJ
Quero agradecer
por esse presente de Natal tão lindo que VEJA ofereceu a todos
os cristãos, dedicando uma reportagem especial ao nosso Mestre
e Senhor Jesus de Nazaré. Quando vi na capa da revista aquela figura
de paz e serenidade, aquele coração de Jesus que me acompanha
desde criança, vibrei de emoção e alegria.
Eucaris Bernardete Monteiro Maciel
Poconé, MT
Apaixonante
o texto sobre Jesus Cristo, seu legado e as especulações
que ainda provoca. A leitura de algumas de suas palavras, nesta época
de renovação de esperanças, foi de encher o coração.
Luiz Claudio Limp
São Paulo, SP
VEJA
Ecologia
É
especialíssimo esse presente para todos nós, leitores de
VEJA. É extraordinário verificar quantas vitórias
poderíamos obter se tivéssemos consciência ecológica
e cumpríssemos nossa parte na preservação do meio
ambiente.
Eliana Correa
Ribeirão Preto, SP
STJ
É
de conhecimento geral que o Superior Tribunal de Justiça já
instituiu comissão para apurar as notícias veiculadas pela
imprensa na semana de 9 a 13 de dezembro de 2002. O presidente dessa comissão,
em uma primeira entrevista, informou que todos os documentos relativos
ao caso seriam requisitados e se comprometeu a apresentar à imprensa
os resultados da apuração em nome da transparência
dos trabalhos, marca do Superior Tribunal desde sua criação,
há treze anos. Nesse contexto, estranhei o fato de nenhum repórter
ter-me procurado para verificar as transcrições contidas
na matéria intitulada "O alto vôo do deputado", publicada
nas páginas 48 a 50 da revista VEJA (25 de dezembro de 2002). O
que a revista VEJA não procurou saber a meu respeito outros órgãos
de imprensa com acesso às transcrições procuraram.
Todos, após apuração mais completa da matéria,
refletiram e decidiram não publicar o material. Vale ressaltar,
ainda, que nenhum outro veículo de comunicação publicou
essas informações, mesmo depois de VEJA tê-lo feito.
O que se constata é que o açodamento pelo denominado "furo
de reportagem" quase sempre atropela direitos importantíssimos
das pessoas indicadas, e direitos fáceis de ser entendidos por
repórteres e por editores. Não teria sido o que aconteceu
no caso presente? Além do mais, causou imperdoável mal.
Causou-o, principalmente, a mim e a minha esposa. Causou-o de tal modo
e tal jeito que ninguém nunca e jamais irá repará-lo.
Ministro Nilson Naves
Superior Tribunal de Justiça
Brasília, DF
Veja
essa
É
uma grande honra ver o nome da gente assinando uma das frases do ano (Veja
essa, 25 de dezembro). Mas, a bem da verdade, preciso informar que jamais
disse aquela que está publicada na edição 1783. Alguém
ouviu falar de várias brincadeiras que fizemos no programa, juntou
partes, inventou um pouco e me concedeu a autoria. Não tenho nada
a ver com aquilo. Ou melhor: nada daquilo tem a ver comigo.
Mônica Waldvogel
São Paulo, SP
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