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Edição 2033

7 de novembro de 2007
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De volta à Lua

Desta vez americanos e russos não são os únicos
com a ambição e a tecnologia necessárias para
colocar um homem na superfície lunar


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O último homem a pisar na Lua foi o americano Eugene Cernan, em 1972. Por três décadas, a exploração do satélite foi feita apenas por sondas e telescópios. Está começando agora uma nova corrida em direção ao satélite terrestre – com a diferença de que desta vez há outros competidores além de russos e americanos. No momento, duas sondas estão na órbita da Lua, a japonesa Selene, lançada em setembro, e a chinesa Chang'e-1, que partiu há duas semanas. No início do próximo ano deve subir a indiana Chandrayaan-1 e, pouco mais tarde, a americana Lunar Reconnaissance Orbiter. Os três países recém-chegados à exploração espacial têm planos de vôo tripulados e a ambição de pousar no satélite antes ou, pelo menos, não muito depois dos americanos. O projeto dos Estados Unidos já foi anunciado: a Nasa planeja voltar ao satélite em 2020 e lá iniciar a construção de uma base permanente. As instalações lunares permitiriam estudar a vida em um ambiente extraterrestre, numa espécie de ensaio para uma aventura maior: a viagem a Marte.




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