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Guia
A história
da família
Há
dois caminhos para quem busca informações sobre antepassados:
contratar um especialista, que pode cobrar até 20 000 reais
para compor sua árvore genealógica até a quinta
geração, ou fazer a pesquisa por conta própria.
Essa alternativa exige paciência. A pesquisa pode levar alguns
anos e resulta em despesa com telefonemas, fotocópias, taxas
de acesso a arquivos e até mesmo eventuais viagens. Eis o
caminho:
Reúna
cópias dos documentos da família, como certidões
de nascimento, carteiras de trabalho e certidões de óbito.
Faça uma ficha para cada parente e registre informações
como profissão, locais e datas relevantes.
Grave entrevistas com os mais velhos.
Consulte sites especializados e listas de discussão sobre
genealogia. Uma possibilidade é a base de dados mundial dos
mórmons (www.familysearch.org).
Essa página tem uma lista de Centros de História da
Família espalhados pelo Brasil (clique em Library). É
possível saber qual o centro mais próximo pelo
(11) 3723-3407.
Vasculhe as listas telefônicas de todo o país, consultando
sobrenomes. Boa parte disso também se faz pela internet.
Mantenha o foco da pesquisa, evitando ampliá-la para parentes
distantes.
Só depois vá a fontes primárias, como bibliotecas,
cartórios, registros militares e religiosos.
Saúde
BOA
NOTÍCIA
Vovó tinha razão
Cientistas
da Universidade da Califórnia, nos EUA, provaram o que as
avós há muito já sabem: que o mel, mais que
adoçar, faz bem à saúde. Ele ajuda a reduzir
no organismo os radicais livres, subprodutos do metabolismo aos
quais se atribuem danos às artérias, câncer
e outros males. Durante um mês, 25 adultos acrescentaram quatro
colheres de mel à dieta diária. Exames de sangue mostraram
uma elevação da taxa de antioxidantes, substâncias
que combatem os radicais livres. A pesquisa concluiu também
que, quanto mais escuro o mel, maior seu benefício.
MÁ
NOTÍCIA
Paraísos
perdidos
O Programa
das Nações Unidas para o Meio Ambiente informou na
semana passada que a falta de tratamento de lixo em ilhas consideradas
paraísos turísticos já traz sérias conseqüências
para a saúde e para a economia locais. Em Nauru, no Oceano
Pacífico, latinhas de cerveja formaram uma "linha costeira"
esverdeada em torno do país. Nas Comores, no Índico,
contêineres de lixo não tratado aumentaram os casos
de doenças transmitidas por insetos. Há risco, adverte
a entidade, de colapso do turismo, a principal atividade econômica
em muitos desses paraísos.
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