Edição 1848 . 7 de abril de 2004

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Guia

A história da família

Há dois caminhos para quem busca informações sobre antepassados: contratar um especialista, que pode cobrar até 20 000 reais para compor sua árvore genealógica até a quinta geração, ou fazer a pesquisa por conta própria. Essa alternativa exige paciência. A pesquisa pode levar alguns anos e resulta em despesa com telefonemas, fotocópias, taxas de acesso a arquivos e até mesmo eventuais viagens. Eis o caminho:

Reúna cópias dos documentos da família, como certidões de nascimento, carteiras de trabalho e certidões de óbito.

Faça uma ficha para cada parente e registre informações como profissão, locais e datas relevantes.

Grave entrevistas com os mais velhos.

Consulte sites especializados e listas de discussão sobre genealogia. Uma possibilidade é a base de dados mundial dos mórmons (www.familysearch.org). Essa página tem uma lista de Centros de História da Família espalhados pelo Brasil (clique em Library). É possível saber qual o centro mais próximo pelo (11) 3723-3407.

Vasculhe as listas telefônicas de todo o país, consultando sobrenomes. Boa parte disso também se faz pela internet.

Mantenha o foco da pesquisa, evitando ampliá-la para parentes distantes.

Só depois vá a fontes primárias, como bibliotecas, cartórios, registros militares e religiosos.

 

Saúde

BOA NOTÍCIA
Vovó tinha razão

Cientistas da Universidade da Califórnia, nos EUA, provaram o que as avós há muito já sabem: que o mel, mais que adoçar, faz bem à saúde. Ele ajuda a reduzir no organismo os radicais livres, subprodutos do metabolismo aos quais se atribuem danos às artérias, câncer e outros males. Durante um mês, 25 adultos acrescentaram quatro colheres de mel à dieta diária. Exames de sangue mostraram uma elevação da taxa de antioxidantes, substâncias que combatem os radicais livres. A pesquisa concluiu também que, quanto mais escuro o mel, maior seu benefício.

 

MÁ NOTÍCIA
Paraísos perdidos

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente informou na semana passada que a falta de tratamento de lixo em ilhas consideradas paraísos turísticos já traz sérias conseqüências para a saúde e para a economia locais. Em Nauru, no Oceano Pacífico, latinhas de cerveja formaram uma "linha costeira" esverdeada em torno do país. Nas Comores, no Índico, contêineres de lixo não tratado aumentaram os casos de doenças transmitidas por insetos. Há risco, adverte a entidade, de colapso do turismo, a principal atividade econômica em muitos desses paraísos.

 
 
 
 
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