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Guia
Viagens
aos topos da Terra
Mesmo
quem não aspira a conquistar os picos mais altos do planeta
pode sentir o gosto da aventura em expedições ao Everest,
no Himalaia, e ao Aconcágua, nos Andes, com agências
que oferecem pacotes de trekking. Embora exijam bom preparo físico,
eles não exigem que o viajante seja alpinista.
Aconcágua
A escalada até o ponto mais alto da América do
Sul, a 6 959 metros, é opcional para quem tem experiência
em alpinismo. O programa "básico" leva até um acampamento
a 5 350 metros. Aconselha-se check-up antes de embarcar, porque
é preciso estar em excelente forma.
Cerca de 5 300 dólares
Tel. (11) 3237-2522
www.transiberica.com.br
Everest
O trekking à montanha mais famosa do mundo leva até
o campo base dos alpinistas, a cerca de 5 300 metros de altura (o
pico está a 8 850 metros), com guias brasileiros e locais.
As três semanas de viagem incluem jornadas livres que podem
ser aproveitadas conhecendo os templos budistas da capital do Nepal,
Katmandu.
Cerca de 4 000 dólares
Tel. (11) 3034-4940
www.landscape.com.br
Kilimanjaro
O trekking vai até o ponto mais alto da África,
com 5 895 metros de altitude, na Tanzânia. Os menos preparados
não precisam ir até o topo. O roteiro de onze dias
pode incluir visitas à cratera de um vulcão e ao parque
nacional de Serengeti, uma das áreas mais ricas em vida selvagem
do continente.
3 700 dólares (5 100 dólares com safári)
Tel. (11) 251-0877
www.highland.com.br
Picos
da Neblina e 31 de Março
Os dois picos mais altos do Brasil (3 014 e 2 992 metros, respectivamente)
ficam no mesmo Parque Nacional, na Floresta Amazônica. A expedição,
de duas semanas, não é para iniciantes, e sim para
quem tem alguma experiência em montanhas e matas, pois a aventura
tem trechos difíceis.
Cerca de 7 500 reais
Tel. (31) 3284-9828
www.brasilaventuras.com.br
Computadores
que lêem
Programas
com OCR, sigla inglesa para reconhecimento óptico de caracteres,
permitem capturar textos impressos do papel e transformá-los
em arquivos de computador. A operação tem até
5% de erros, que podem resultar de falhas na impressão, tipo
e tamanho das letras ou imperícia com o equipamento, mas
é mais fácil corrigi-los do que digitar textos inteiros.
A maioria dos scanners já vem com programas de OCR. Há
também equipamentos portáteis, parecidos com canetas,
que permitem copiar a página a mão. São práticas
para quem faz pesquisas em bibliotecas, por exemplo.
Divulgação
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Docupen
1 250 reais
No formato caneta, armazena cerca de 100 páginas. Os
dados podem ser passados para computadores de mesa e de bolso e
celulares com sistema WAP. Lê uma página em apenas
cinco segundos.
Elgin-Canon
LIDE 30
500 reais
Em aproximadamente quarenta segundos, converte uma página
de texto para o formato digital. Sua fonte de alimentação
de energia é o próprio computador.
Divulgação
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HP Scanjet 46070
800 reais
Pode ler textos com um software capaz de reconhecer sinais
de diferentes idiomas e alfabetos não latinos. Uma página
é copiada em 45 segundos.
Gotec
268 reais
Copia uma página em menos de um minuto, em média,
segundo o fabricante. O scanner é importado, mas o software
tem versão em português.
QuickLink
624 reais
Em forma de caneta, memoriza até 1 000 páginas
de texto, na conta do fabricante. Transmite o texto para o computador
por infravermelho ou cabo. Demora até quatro minutos para
ler uma página, porque lê linha por linha.
CARRO
NOVO
Aceitam-se
usados
Divulgação
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Como
nem todos podem bancar o preço de seu novo modelo, a Jaguar
aceita usados como parte do pagamento. É melhor que seja
um usado valioso, pois o XJ custa 400 000 reais. O comprador típico
é o homem que já tem carro de luxo e quer trocá-lo
por outro mais raro: espera-se vender 25 exemplares neste ano. Para
agradar a esse público, a sétima geração
do XJ (a primeira data de 1968) procura manter o DNA das anteriores,
como afirmam os fabricantes. O design foi levemente arredondado,
nada que possa chocar o cliente. O interior de cor clara e o painel
sóbrio continuam. Trocou-se o aço pelo alumínio
na carroceria, o que reduziu o peso em 10% e ajudou na aceleração
o XJ vai de 0 a 100 quilômetros por hora em 6,6 segundos,
contra 7,8 do antecessor. É quase o mesmo que um carro da
categoria stock car light.
Editado
por André Fontenelle.
Colaboraram Adriana Küchler, Constança Tatsch e Tatiana
Penido
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