Edição 1848 . 7 de abril de 2004

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Viagens aos topos da Terra

Mesmo quem não aspira a conquistar os picos mais altos do planeta pode sentir o gosto da aventura em expedições ao Everest, no Himalaia, e ao Aconcágua, nos Andes, com agências que oferecem pacotes de trekking. Embora exijam bom preparo físico, eles não exigem que o viajante seja alpinista.

Aconcágua
A escalada até o ponto mais alto da América do Sul, a 6 959 metros, é opcional para quem tem experiência em alpinismo. O programa "básico" leva até um acampamento a 5 350 metros. Aconselha-se check-up antes de embarcar, porque é preciso estar em excelente forma.
Cerca de 5 300 dólares
Tel. (11) 3237-2522
www.transiberica.com.br

Everest
O trekking à montanha mais famosa do mundo leva até o campo base dos alpinistas, a cerca de 5 300 metros de altura (o pico está a 8 850 metros), com guias brasileiros e locais. As três semanas de viagem incluem jornadas livres que podem ser aproveitadas conhecendo os templos budistas da capital do Nepal, Katmandu.
Cerca de 4 000 dólares
Tel. (11) 3034-4940
www.landscape.com.br

Kilimanjaro
O trekking vai até o ponto mais alto da África, com 5 895 metros de altitude, na Tanzânia. Os menos preparados não precisam ir até o topo. O roteiro de onze dias pode incluir visitas à cratera de um vulcão e ao parque nacional de Serengeti, uma das áreas mais ricas em vida selvagem do continente.
3 700 dólares (5 100 dólares com safári)
Tel. (11) 251-0877
www.highland.com.br

Picos da Neblina e 31 de Março
Os dois picos mais altos do Brasil (3 014 e 2 992 metros, respectivamente) ficam no mesmo Parque Nacional, na Floresta Amazônica. A expedição, de duas semanas, não é para iniciantes, e sim para quem tem alguma experiência em montanhas e matas, pois a aventura tem trechos difíceis.
Cerca de 7 500 reais
Tel. (31) 3284-9828
www.brasilaventuras.com.br

Outros pacotes

 

Computadores que lêem

Programas com OCR, sigla inglesa para reconhecimento óptico de caracteres, permitem capturar textos impressos do papel e transformá-los em arquivos de computador. A operação tem até 5% de erros, que podem resultar de falhas na impressão, tipo e tamanho das letras ou imperícia com o equipamento, mas é mais fácil corrigi-los do que digitar textos inteiros. A maioria dos scanners já vem com programas de OCR. Há também equipamentos portáteis, parecidos com canetas, que permitem copiar a página a mão. São práticas para quem faz pesquisas em bibliotecas, por exemplo.

Divulgação


Docupen
1 250 reais
No formato caneta, armazena cerca de 100 páginas. Os dados podem ser passados para computadores de mesa e de bolso e celulares com sistema WAP. Lê uma página em apenas cinco segundos.

Elgin-Canon LIDE 30
500 reais
Em aproximadamente quarenta segundos, converte uma página de texto para o formato digital. Sua fonte de alimentação de energia é o próprio computador.


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HP Scanjet 46070
800 reais
Pode ler textos com um software capaz de reconhecer sinais de diferentes idiomas e alfabetos não latinos. Uma página é copiada em 45 segundos.

Gotec
268 reais
Copia uma página em menos de um minuto, em média, segundo o fabricante. O scanner é importado, mas o software tem versão em português.

QuickLink
624 reais
Em forma de caneta, memoriza até 1 000 páginas de texto, na conta do fabricante. Transmite o texto para o computador por infravermelho ou cabo. Demora até quatro minutos para ler uma página, porque lê linha por linha.

 

CARRO NOVO

Aceitam-se usados


Divulgação

Como nem todos podem bancar o preço de seu novo modelo, a Jaguar aceita usados como parte do pagamento. É melhor que seja um usado valioso, pois o XJ custa 400 000 reais. O comprador típico é o homem que já tem carro de luxo e quer trocá-lo por outro mais raro: espera-se vender 25 exemplares neste ano. Para agradar a esse público, a sétima geração do XJ (a primeira data de 1968) procura manter o DNA das anteriores, como afirmam os fabricantes. O design foi levemente arredondado, nada que possa chocar o cliente. O interior de cor clara e o painel sóbrio continuam. Trocou-se o aço pelo alumínio na carroceria, o que reduziu o peso em 10% e ajudou na aceleração – o XJ vai de 0 a 100 quilômetros por hora em 6,6 segundos, contra 7,8 do antecessor. É quase o mesmo que um carro da categoria stock car light.

 

Editado por André Fontenelle.
Colaboraram Adriana Küchler, Constança Tatsch e Tatiana Penido

 


Fotos divulgação; El Greco/Museo del Prado


 
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