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Os mais vendidos
 

 
"A ascensão dessas duplas nos últimos vinte anos empata com a derrocada de nossos valores culturais."
Mauro Souza
São Paulo, SP

 

Sertanejos

Fiquei muito triste ao ver que a reportagem de capa de VEJA ("A família de 80 milhões", 29 de novembro) se baseava na história de uma determinada família de cantores sertanejos. Espero que vocês saibam que a maior parte dos leitores de VEJA não tem o menor interesse.
Dalton Vitoriano Locateli
São Paulo, SP

Zezé merece tudo que tem, já que traz alegria a inúmeros fãs. Essa alegria não tem preço.
Frederico P. Moura
Belo Horizonte, MG

 

Eduardo Suplicy

Foi com muita emoção que li a entrevista de Eduardo Suplicy (Amarelas, 29 de novembro). Sem saber quem serão os demais candidatos, acho o senador uma excelente opção e creio que o Brasil pode mudar muito com gente como ele na política. Tem meu voto. Parabéns a VEJA pela excelente entrevista! Saudades do Brasil e saudações daqui do frio.
Sandra Lerda
Estocolmo, Suécia

Uma vez que o próprio senador Eduardo Suplicy reconhece, em sua entrevista a VEJA, sua tendência a ser prolixo e sua dificuldade de comunicação verbal, chega-se facilmente à conclusão de que ele não é páreo para o Lula rumo ao Palácio do Planalto em 2002.
Edson F. Nascimento
Ribeirão Preto, SP

Também acho que ele tinha de melhorar sua maneira de falar. Não acreditava em Eduardo Suplicy por ele falar de modo que não me agradava, mas, em tempo de políticos bons oradores e ladrões, prefiro os que não sabem falar bem.
Adriano Lucena
Mossoró, RN

Que decepção! E eu que pensava que o senador fosse a melhor opção do PT. Se vier com ele em 2002, podem contar com mais uma derrota. O homem não está com nada.
Siloé C.N. Rocha
lelecoroch@globo.com

 

Stephen Kanitz

Excelente o ponto de vista de Stephen Kanitz, pela pertinência e pelos argumentos apresentados. Seria recomendável que o embaixador dos Estados Unidos traduzisse o artigo e o encaminhasse a seu governo, para que os americanos aprendessem com os brasileiros o que vem a ser uma eleição legítima (Ponto de vista, 29 de novembro).
Sidney Eduardo Cândido de Freitas
SidneyFreitas@hotmail.com

Concordo com o senhor Stephen Kanitz que nosso processo eleitoral é melhor que o americano. Discordo apenas em um ponto: o voto não deve ser obrigatório.
Roberto Delavy
delavy@uol.com.br

 

Arc

Se a CPI é para apurar envolvimento financeiro da Nike na CBF, por que será que os deputados pedem esclarecimentos ao Zagallo sobre coisas como a escalação do jogador Ronaldo no último jogo? Também não entendo por que num país tão mergulhado em problemas se destina um grupo de deputados para investigar um caso como esse. Arc, será que em Marte também é assim?
José Pedro Figueiredo
joseps@uol.com.br

 

Para usar

Entrevistada para a reportagem "Os protetores que não protegem" (Para usar, 25 de outubro), afirmei que a substância octilmetoxicinamato é normalmente utilizada e aprovada pelos dermatologistas; que não houve nenhuma recomendação especial para que eles não utilizassem tal substância; não havia casos específicos conhecidos com problemas relacionados com a substância em questão; que o trabalho supracitado precisaria ser avaliado sob vários aspectos, como amostragem, objetivos e validade científica, sendo único e isolado, e que conclusões precipitadas e sem embasamento poderiam causar confusão na comunidade. Quanto à recomendação de bloqueadores solares físicos, disse apenas que eram outra alternativa eficiente, segura e muito utilizada, não que eram mais seguros em detrimento dos outros.
Doutora Denise Steiner
São Paulo, SP

 

Fundos de pensão

A reportagem "Fundo de pensão é dirigido como quitanda" (29 de novembro) usa nove verbos no tempo presente, a começar do título, para relatar eventos passados, o que direciona a leitura para graves erros de interpretação. A Funcef implementa uma política de profissionalização da gestão do fundo, com medidas como a criação de uma controladoria independente das áreas de investimentos; a mudança das normas de relacionamento com corretoras; a reestruturação das carteiras de renda variável e renda fixa; a transferência da gestão da carteira de renda variável para as melhores empresas do mercado; e a instalação de equipamentos de segurança informatizada na mesa de operações. Fatos relativos a gestões anteriores estão sendo apurados na forma da lei e do Código de Conduta da Alta Administração Federal, e as conclusões serão comunicadas às autoridades competentes.
Emílio Carazzai
Presidente da Caixa Econômica Federal
Edo Antônio de Freitas
Presidente da Fundação dos Economiários Federais
Brasília, DF

 

Belém

Gente, minha querida cidade de Belém, no Pará, está na VEJA! E não é em virtude de assassinato dos sem-terra nem de senador "pouco honesto". É por causa de nossa bela Estação das Docas e de outros pontos turísticos. Que maravilha ("Depois do longo sono", 29 de novembro)!
Cristina Paiva Ferraz
didaferraz@bol.com.br

Eu estive em Belém a trabalho em cinco oportunidades. Gostei tanto que voltei em setembro, nas minhas férias, quando pude conhecer a Estação das Docas, um lugar maravilhoso com muitas opções de lazer. Além disso, a "Cidade das Mangueiras" tem um povo bastante acolhedor, que merece ser conhecido.
Carlos Alberto Barboza
São Paulo, SP

 

Gente

Vamos fazer um forte lobby para manter a personagem Ritinha mais viva que nunca na novela Laços de Família. Se ela morrer, acabará a única coisa que se aproveita nessa novela chata e cheia de tragédia. Que tal o autor se livrar do Edu e da Camila? Vida longa a Rita! E deixemos o grande Danilo se dar bem (Gente, 29 de novembro).
Sávio Siqueira
Salvador, BA

 

Mona Lisa

Não concordo com a neurocientista Margaret Livingstone, da Universidade Harvard, quando diz que o sorriso misterioso que aparece e desaparece do quadro Mona Lisa não é uma criação de gênio de Leonardo da Vinci. Ele foi um sábio, autor de vários projetos (desenhos) de aparelhos que só foram construídos séculos depois. Por outro lado, ela acerta ao dizer que "Tudo depende de para onde se olha quando se está diante do quadro. Ou seja, de nós mesmos". Ele fez de propósito. Isso é ser um gênio ("Sorriso maroto", 29 de novembro).
Eduardo Alves Machado
Barretos, SP

 

Abin

A reportagem "O estilo de Paulo Henrique" (29 de novembro) é marcada por uma série de insinuações sobre minha vida pessoal e profissional. Apesar de minha manifesta disposição de sempre receber a imprensa, não fui ouvido por VEJA. Assim, é meu dever esclarecer os seguintes pontos: 1) Nunca tratei com nenhum representante da White Martins de assuntos que não se referissem ao desenvolvimento sustentável; 2) Os recursos para a construção da casa em Trancoso provêm de minha renda, profissional que sou há mais de vinte anos; 3) É verdade que viajo bastante. Meu trabalho me obriga a isso; 4) É também verdade que tenho muitos amigos, a maioria deles de longa data, e nenhum obteve benefício por essa amizade; 5) O Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (Cebds) tem uma reputação internacional e um quadro de membros de reconhecida capacidade. O convívio no ambiente de trabalho com personalidades do calibre de Eliezer Batista, Raphael de Almeida Magalhães e Erling Lorentzen é para mim motivo de orgulho. É com perplexidade que vejo a afirmação completamente descabida de que o Cebds faz "lobby"; 6) O trabalho de difusão dos conceitos do desenvolvimento sustentável é exercido por todas as pessoas ligadas ao Cebds, inclusive por seus associados. É também sua atribuição ampliar o quadro de associados. Quem ganha com isso é o Cebds; 7) Sou diretor-geral da revista Brasil Sempre e me encarrego de seu conteúdo editorial. Não está incluída na minha função a captação de anúncios; 8) Não tive nenhuma participação na privatização da Light e jamais fiz contato com o BNDES sobre este tema; 9) Não promovo encontros entre ministros e empresários cujo objetivo não seja o do desenvolvimento sustentável nem participo deles.
Paulo Henrique Cardoso
Rio de Janeiro, RJ

 

Fundos de pensão 2

Não é correto concluir que a participação da Funcef na Blue Tree valeria 137.000 reais. Avaliar se a Funcef fez ou não um bom negócio considerando somente o valor de seu patrimônio induz a engano. É preciso levar em conta a carteira de seus contratos de gerenciamento de hotéis, em que reside o valor da empresa, que não tem investimentos em ativos fixos, sendo seu patrimônio contábil pouco relevante para sua avaliação como negócio. A companhia finalizará 2000 com doze estabelecimentos em operação e mais dezoito contratos já assinados de hotéis a iniciar operação nos próximos anos, tendo em seu portfólio vários projetos de grande porte, além de cerca de 65 em negociação.
Jorge Nishimura
Vice-presidente da Blue Tree Hotels
São Paulo, SP

 

Gastos eleitorais

Com relação às informações publicadas nas edições de 3 de maio de 2000, de 22 de novembro e do último dia 29, esclareço que os gastos com minha campanha para o Senado em 1998 atingiram 379.605,02 reais, segundo comunicação feita ao TRE em 11 de novembro de 1998 ("A anatomia da baderna das campanhas", 29 de novembro).
Eduardo Matarazzo Suplicy
Senador
Brasília, DF

 

CORREÇÕES: Na reportagem "Cada cabeça, uma sentença" (29 de novembro), a frase que consta no livro A Sexualidade Vista pelos Tribunais como sendo do desembargador Lúcio Batista Arantes, do TJ-DF, é na verdade do desembargador Antônio Bitar Filho, do TJ-MT. Diferentemente do que foi publicado na reportagem "O lado forte da economia" (29 de novembro), o executivo Roberto Waack escalou o Monte Everest, mas não chegou ao topo. Na reportagem "Língua traída" (29 de novembro), os onze minidicionários que obtiveram uma estrela não foram reprovados pelo MEC, que assim os definiu: "Estão classificados nessa categoria os dicionários que atendem apenas minimamente ao conjunto dos princípios e critérios de avaliação".

 

 

 

IMAGENS INVERTIDAS

Divulgação/Reunion des Musées Nationaux


A vigilância do leitor é permanente. Djalma Banks Loureiro notou que a foto do ex-ministro Bresser Pereira na reportagem "O caixa dois de volta à luz" (22 de novembro) está invertida: "O relógio deveria estar no pulso esquerdo e o paletó está fechado errado", apontou. Também atento aos mínimos detalhes, Flávio Andrade notou que na montagem das figuras de Al Gore e George W. Bush, na reportagem "A vida após a confusão" (22 de novembro), a aliança de casamento do candidato democrata está na mão direita, quando deveria estar na esquerda. O quadro Au Moulin de La Galette, de Auguste Renoir, foi impresso de forma invertida na reportagem "Fase azul, grana preta" (15 de novembro). O leitor Alberto Drapier, que tem uma réplica da famosa obra em casa, notou o erro. Ao lado, o quadro na posição correta.


TIDAS

GLOBO X IGREJA

A reportagem "Sob fogo cerrado" (22 de novembro) falou da crise que colocou a Igreja e a Justiça de um lado e a Rede Globo de outro. Para a Igreja, a trama da novela Laços de Família seria contrária aos valores religiosos. O juiz Siro Darlan afirmava que "o enredo da novela destrói os valores da família". A Globo, por sua vez, reclamava de censura. Os leitores tomaram partido. Nove deles defenderam a Globo: "É intolerável e ridículo confundir obra de ficção com realidade. Aliás, neste país as cenas da vida real têm-se mostrado mais ultrajantes que as exibidas na novela", escreveu Adalberto Alves de Matos, de Barra do Garças, Mato Grosso. Vinte e nove leitores escreveram em apoio à ação da Igreja e da Justiça: "A Rede Globo, que nunca fez nada para combater a censura nos anos de chumbo, de uma hora para outra se diz guardiã dos direitos humanos", criticou o professor Edmilson Neves.

 

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