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Guia
No
fundo, compensa
Sua
aposentadoria pode ter
complemento. Conheça dois tipos de plano
Marco de Bari
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PGBL
(Plano Gerador de Benefícios Livres) e VGBL (Vida Gerador
de Benefícios Livres) são planos de previdência
para quem quer um complemento de renda na aposentadoria. Mensalmente
se deposita um valor, determinado pelo próprio dono do plano.
A retirada mensal futura dependerá dessa contribuição
e dos anos no plano. Comparados a um fundo comum, o PGBL e o VGBL
são vantajosos a longo prazo, depois de amortizadas as taxas
de administração. A diferença entre PGBL e
VGBL está na forma como o imposto de renda é cobrado.
No PGBL, pode-se deduzir a contribuição na declaração
anual, até o limite de 12% da renda bruta. O Leão
só cobra sua fatia no resgate e ela é pesada:
de 15% a 27,5% , sobre saques que superem 1 058 reais mensais.
O VGBL não permite dedução no IR. Em compensação,
o Leão morde 15% a 27,5%, mas apenas sobre os rendimentos.
Farmácia
poliglota
Como
pedir o remédio correto no exterior
Quem
viaja deve levar seus remédios rotineiros. É boa providência
portar também uma receita com o nome genérico dos
medicamentos. Conheça as marcas de remédio comuns
em alguns países (entre parênteses, o nome do genérico)*.
Analgésicos
(paracetamol): Tylenol (Brasil, EUA), Doliprane ou Efferalgan
(França), Panadol (EUA), Tachipirina (Itália). Nos
Estados Unidos o genérico é acetaminophen.
Antialérgicos
(maleato de dexclorfeniramina): Polaramine (Brasil, Espanha,
EUA, França), Polaramin (Itália), Polaronil (Alemanha).
Antinauseantes
(dimenidrinato): Dramin (Brasil), Dramamine (Alemanha,
Espanha, EUA, França), Valontan (Itália).
Descongestionantes
nasais (cloridrato de oximetazolina): Afrin (Brasil,
EUA), Deturgylone (França), Nasivin (Alemanha, Itália),
Respir (Espanha).
* Os nomes dos medicamentos usados como exemplo no
Brasil são os que figuram como referência em tabelas
da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Teste
de memória
A escolha do cartão certo é tão
importante quanto a da câmera digital
As
câmeras digitais permitem apagar na hora as fotos que não
ficam boas. E estas são memorizadas em um cartão,
e não impressas em um filme. A escolha do cartão é
uma decisão importante. Os de 32 megabytes, por exemplo,
acabam rápido em uma viagem. Também há vários
tipos de cartão com características diferentes, compatíveis
com diversos modelos de câmera. Conheça alguns.
Fotos Marcelo Kura
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gação
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CompactFlash
(CF)
205
reais (128
Mb)
Fácil
de encontrar. Consome muita
bateria
Marcas que usam: Canon, Fuji, Nikon, Olympus, Pentax,
Samsung
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Secure
Digital (SD)
265
reais (128
Mb)
Um
dos menores em dimensões. Compatível com palmtops
Marcas que usam: HP, Kodak, Panasonic
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g  |
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Memory
Stick
330
reais
(128 Mb)
Prático,
por ser pequeno, mas só disponível para uma
marca
Marca que usa: Sony
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xD-Picture
Card
290
reais (128
Mb)
Prático,
por ser pequeno, mas difícil de achar em lojas
Marcas que usam: Fuji, Olympus
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g  |
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SmartMedia
(SM)
180
reais (128
Mb)
Fino. O maior cartão tem 128 Mb, o que é pouco
para profissionais
Marcas que usam: Casio, Olympus, Polaroid
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Microdrive
1
700 reais (1
Gigabyte)
Bom
custo-benefício: cabem mais de 700 fotos. Frágil,
pois contém partes móveis
Marcas que usam: Fuji, Nikon, Olympus, Pentax
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SAÚDE
BOA
NOTÍCIA
Cola
que cicatriza
Um
produto selante à base de colágeno, pingado sobre
feridas abertas na pele, pode acelerar a recuperação
e reduzir cicatrizes. Um centro de pesquisa da Universidade Texas
A&M, dos EUA, fez experiências com camundongos, combinando
colágeno, proteína presente na pele humana, com outras
substâncias que o tornam bastante flexível. Feridas
que cicatrizavam em seis dias passaram a fechar em três. Agora
serão feitos testes em seres humanos. Os pesquisadores acreditam
que isso vá baratear o tratamento de feridas, pois basta
uma aplicação.
MÁ
NOTÍCIA
Dieta
e câncer de mama
Mulheres
que consomem muita carne vermelha e laticínios ricos em gordura
têm mais risco de câncer de mama. Noventa mil enfermeiras
foram monitoradas desde 1991 por pesquisadores do hospital Brigham,
da faculdade de medicina da Universidade Harvard, nos Estados Unidos.
Entre as que consumiam mais carne e leite com gordura, o índice
de câncer no seio foi maior. Apesar do resultado, os autores
do estudo aconselham as mulheres a não deixar de consumir
esses produtos, para não desenvolver carência de outras
substâncias essenciais, como ferro e cálcio.
Colaboraram
Diogo Schelp, Eric Costa, Fabiana Corrêa,
Fábio Guimarães, Luís Perez e Sofia Maya
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