Edição 1814 . 6 de agosto de 2003

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Guia

No fundo, compensa

Sua aposentadoria pode ter complemento. Conheça dois tipos de plano

Marco de Bari

DOS ARQUIVOS DE VEJA
"Seu dinheiro está em boas mãos?" (12/2002)

PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livres) e VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livres) são planos de previdência para quem quer um complemento de renda na aposentadoria. Mensalmente se deposita um valor, determinado pelo próprio dono do plano. A retirada mensal futura dependerá dessa contribuição e dos anos no plano. Comparados a um fundo comum, o PGBL e o VGBL são vantajosos a longo prazo, depois de amortizadas as taxas de administração. A diferença entre PGBL e VGBL está na forma como o imposto de renda é cobrado. No PGBL, pode-se deduzir a contribuição na declaração anual, até o limite de 12% da renda bruta. O Leão só cobra sua fatia no resgate – e ela é pesada: de 15% a 27,5% –, sobre saques que superem 1 058 reais mensais. O VGBL não permite dedução no IR. Em compensação, o Leão morde 15% a 27,5%, mas apenas sobre os rendimentos.

 

Farmácia poliglota

Como pedir o remédio correto no exterior

Quem viaja deve levar seus remédios rotineiros. É boa providência portar também uma receita com o nome genérico dos medicamentos. Conheça as marcas de remédio comuns em alguns países (entre parênteses, o nome do genérico)*.

Analgésicos (paracetamol): Tylenol (Brasil, EUA), Doliprane ou Efferalgan (França), Panadol (EUA), Tachipirina (Itália). Nos Estados Unidos o genérico é acetaminophen.

Antialérgicos (maleato de dexclorfeniramina): Polaramine (Brasil, Espanha, EUA, França), Polaramin (Itália), Polaronil (Alemanha).

Antinauseantes (dimenidrinato): Dramin (Brasil), Dramamine (Alemanha, Espanha, EUA, França), Valontan (Itália).

Descongestionantes nasais (cloridrato de oximetazolina): Afrin (Brasil, EUA), Deturgylone (França), Nasivin (Alemanha, Itália), Respir (Espanha).

* Os nomes dos medicamentos usados como exemplo no
Brasil são os que figuram como referência em tabelas
da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

 

Teste de memória

A escolha do cartão certo é tão
importante quanto a da câmera digital

As câmeras digitais permitem apagar na hora as fotos que não ficam boas. E estas são memorizadas em um cartão, e não impressas em um filme. A escolha do cartão é uma decisão importante. Os de 32 megabytes, por exemplo, acabam rápido em uma viagem. Também há vários tipos de cartão com características diferentes, compatíveis com diversos modelos de câmera. Conheça alguns.

 
Fotos Marcelo Kura
gação

CompactFlash (CF)
205 reais
(128 Mb)
Fácil de encontrar. Consome muita bateria
Marcas que usam: Canon, Fuji, Nikon, Olympus, Pentax, Samsung

Secure Digital (SD)
265 reais
(128 Mb)
Um dos menores em dimensões. Compatível com palmtops
Marcas que usam: HP, Kodak, Panasonic



g

Memory Stick
330 reais
(128 Mb)
Prático, por ser pequeno, mas só disponível para uma marca
Marca que usa: Sony

xD-Picture Card
290 reais
(128 Mb)
Prático, por ser pequeno, mas difícil de achar em lojas
Marcas que usam: Fuji, Olympus



g

SmartMedia (SM)
180 reais
(128 Mb)
Fino. O maior cartão tem 128 Mb, o que é pouco para profissionais
Marcas que usam: Casio, Olympus, Polaroid

Microdrive
1 700 reais
(1 Gigabyte)
Bom custo-benefício: cabem mais de 700 fotos. Frágil, pois contém partes móveis
Marcas que usam: Fuji, Nikon, Olympus, Pentax

 

SAÚDE

BOA NOTÍCIA
Cola que cicatriza

Um produto selante à base de colágeno, pingado sobre feridas abertas na pele, pode acelerar a recuperação e reduzir cicatrizes. Um centro de pesquisa da Universidade Texas A&M, dos EUA, fez experiências com camundongos, combinando colágeno, proteína presente na pele humana, com outras substâncias que o tornam bastante flexível. Feridas que cicatrizavam em seis dias passaram a fechar em três. Agora serão feitos testes em seres humanos. Os pesquisadores acreditam que isso vá baratear o tratamento de feridas, pois basta uma aplicação.

MÁ NOTÍCIA
Dieta e câncer de mama

Mulheres que consomem muita carne vermelha e laticínios ricos em gordura têm mais risco de câncer de mama. Noventa mil enfermeiras foram monitoradas desde 1991 por pesquisadores do hospital Brigham, da faculdade de medicina da Universidade Harvard, nos Estados Unidos. Entre as que consumiam mais carne e leite com gordura, o índice de câncer no seio foi maior. Apesar do resultado, os autores do estudo aconselham as mulheres a não deixar de consumir esses produtos, para não desenvolver carência de outras substâncias essenciais, como ferro e cálcio.

 

Colaboraram Diogo Schelp, Eric Costa, Fabiana Corrêa,
Fábio Guimarães, Luís Perez e Sofia Maya

 
 
 
 
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