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Holofote
Felipe Patury
• ELE VOLTOU AO MERCADO
Celso Junior/AE
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O ex-presidente do Banco do Brasil Cássio Casseb encerrou
há duas semanas sua quarentena. Casseb é o novo presidente
da trading Coinbra, o braço brasileiro do grupo francês
Louis Dreyfuss. A empresa figura entre os maiores exportadores do
país de açúcar, soja, algodão e suco
de laranja, com um faturamento de 1,6 bilhão de dólares
por ano. Até assumir o novo emprego, Casseb dividia o escritório
com o ex-presidente da Petrobras Henri Philippe Reichstul. Cogitava
manter-se como consultor, mas considerou que a proposta para o novo
emprego era irrecusável.
• UMA CPI PARA O IRB
Alexandre C Mota/O Tempo
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O deputado mineiro Carlos Willian, do PMDB, diz que já
tem assinaturas suficientes para instalar uma CPI destinada a investigar
a corrupção no Instituto de Resseguros do Brasil (IRB).
Willian garante que pode municiá-la com gravações
que forneceriam mais provas sobre o esquema de corrupção
no instituto. Afirma ainda que tem documentos em papel sobre o caso.
Segundo Willian, há indícios de que, em apenas uma
operação, os dirigentes do IRB receberam 12 milhões
de reais em propina.
• DE QUEM É A MÚSICA, MAESTRO?
Leonardo Aversa/Ag. O Globo
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Corre na Justiça de Brasília um processo que pode
arranhar a imagem de Jorge Mário da Silva, o Seu Jorge.
Os músicos Ricardo Coelho e Rodrigo Pereira o acusam de ter
plagiado seis de suas canções: Carolina, Tive Razão,
Gafieira S.A., Chega no Suingue, She Will e Não Tem,
alguns dos maiores sucessos de Seu Jorge. De acordo com os músicos
brasilienses, Seu Jorge os teria plagiado depois de gravar com eles.
A assessoria de Seu Jorge diz que é tudo mentira. Ele já
perdeu, porém, duas decisões na Justiça.
• O EXEMPLO DE GARFINKEL
Divulgação
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O Centro de Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp)
patrocinará 38 escolas públicas. Os empresários
pagarão a reforma dos prédios e o treinamento dos
professores. A decisão foi tomada depois de uma palestra
sobre a experiência de Jayme Garfinkel, da seguradora
Porto Seguro. Em 1991, ele adotou três escolas paulistas.
Há oito anos, também patrocina uma pré-escola.
Só neste ano, Garfinkel gastará 4 milhões de
reais nesses projetos, o equivalente a 2% do seu faturamento. Tudo
sem benefícios fiscais.
Com reportagem de Fábio
Portela,
Heloisa Joly, Paula Neiva e Sérgio Martins
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