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Guia
Casa
inteligente
Adapte-se
à automação residencial
Ao
construir ou reformar uma casa, prepará-la para receber equipamentos
"inteligentes" pode representar uma economia grande mais tarde.
"Quem constrói deve levar em conta que a automação
se tornará comum nos próximos anos", diz José
Roberto Muratori, presidente da Associação Brasileira
de Automação Residencial. Um projeto de casa automatizada
deve ter estrutura para tubulações específicas
de telefonia, computadores, TV a cabo, som, sistema de segurança,
permitindo interligar tudo isso. Uma boa alternativa é passar
os tubos por baixo do piso. Outra providência importante é
prever uma central de automação. Ela possibilitará
futuros incrementos. Centrais com configurações básicas
(gerenciar iluminação, acionar cortinas) custam a
partir de 8 000 reais. Um projeto de arquiteto especializado pode
significar 20% mais que o preço normal. Certas reformas também
aumentam a conta erguer o piso, por exemplo, pode sair por
200 reais o metro quadrado. Eis alguns exemplos de acessórios:
CHÃO
AQUECIDO
Cabos
com resistência elétrica são dispostos no contrapiso
e aquecem o ambiente sem reduzir a umidade do ar.
CONTROLES
AUTOMÁTICOS
Podem
ser usados apenas para programar "cenários" de iluminação
deixar um corredor aceso à noite, acender as luzes
no bar e na piscina para uma festa ou para várias
funções: regular a temperatura ambiente, trancar portas,
tornar opaco o vidro do banheiro, acionar o home theater, a hidromassagem
ou até a máquina de café. Um projeto para a
passagem dos fios facilita a instalação.
CORTINAS
E JANELAS AUTOMÁTICAS
Prever
fiação perto das janelas permite um sistema de abertura
e fechamento.
Crianças
em dois idiomas
Longe
de serem redutos de filhos de estrangeiros, escolas bilíngües
se tornaram uma forma eficiente de pôr crianças em
contato com outros idiomas e culturas. Nesses estabelecimentos,
o estudo de outra língua se inicia na pré-escola,
quando os alunos aprendem palavras e pronúncia durante as
brincadeiras. A partir da 5ª série, se há duas
aulas de biologia por semana, por exemplo, uma será dada
no segundo idioma. Escolas ou universidades estrangeiras reconhem
os diplomas dessas instituições. Uma desvantagem eventual
é a confusão na ortografia dos dois idiomas, sobretudo
entre menores de 12 anos. Isso desaparece com o tempo. Além
das mensalidades, escolas bilíngües costumam exigir
taxa inicial, em torno de três mensalidades. Confira abaixo
alguns preços.
Hora
de dar o som
Fotos Rogério Albuquerque e Heudes Régis
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Profissionalmente ou como hobby, a regra número 1 para quem
dá o som em festas é divertir. "O bom DJ é
o que consegue um meio-termo entre o gosto dele e o do público",
afirma Camilo Rocha, que comanda pick-ups desde 1997. Veja conselhos
de profissionais.
Mais importante que dominar técnicas de mixagem e efeitos
como "arranhar" o disco é saber montar uma boa seqüência
dançante.
Guarde na manga uma música "infalível", para as horas
em que a pista se esvaziar.
Não atenda a pedidos imediatamente, e sim na hora que você
achar mais adequada. O convidado ficará feliz do mesmo jeito.
Certifique-se de que o lugar tem bom isolamento acústico.
Nada pior que ver a festa interrompida pela polícia.
Dance enquanto toca. Isso estimula as pessoas a dançar.
Copo e cigarro não combinam com equipamentos de som.
Leve fusíveis extras. Variações elétricas
acontecem.
Sonho
de voar
Como virar piloto amador
Leo Feltran
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Aprender a pilotar custa cerca de 14 000 reais, no caso de habilitação
para avião monomotor, ou 25 000, para helicóptero.
O primeiro passo para obter a carteira de piloto é procurar
um aeroclube e seguir um curso teórico de quatro meses, que
custa 1 000 reais, fora o exame médico (300 reais). A parte
mais cara é a prática: cada hora de vôo sai
por 250 reais (avião pequeno) ou 600 reais (helicóptero).
Ninguém vira piloto com menos de 35 horas voadas. Os preços
variam de clube para clube. Obtida a carteira (é preciso
ter 18 anos), após um vôo de avaliação
com um checador credenciado pelo Ministério da Aeronáutica,
a melhor forma de voar é tornar-se sócio de um aeroclube.
No de São Paulo a jóia custa 1 500 reais, e a anuidade,
500. Já para o aluguel de um avião por meia hora desembolsam-se
200 reais na capital paulista. Ter a própria aeronave exige
pelo menos 50 000 reais, fora taxas, explica José Damião
Lycarião, presidente da Associação Brasileira
de Aviação Experimental.
| CONTATOS
DE AEROCLUBES |
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Associação
Brasileira de Aviação Experimental
Tel. (11) 6221-0179
www.abraex.com.br |
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Associação
de Pilotos e Proprietários de Aeronaves
Tel. (11) 3846-6919
www.appa.org.br |
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Aeroclube
de São Paulo
Tel. (11) 6221-9100, 6221-6668 |
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Aeroclube
do Rio Grande do Sul
Tel. (51) 3245-6060 |
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Editado
por André Fontenelle.
Colaboraram Helena Fruet,
Maurício Oliveira e Valmir Storti
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