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Vida fácil para
o consumidor
O
ano promete começar com uma boa notícia para quem
ainda espera por um telefone em São Paulo e em outros
dezesseis Estados. A Vesper,
a concorrente
da Telefônica (www.telefonica.net.br)
e da Telemar (www.telemar.com.br),
vai aceitar pedidos de novos assinantes na sua página
na internet (www.vesper.com.br).
O serviço deve entrar em operação ainda
nesta semana, e nele o cliente precisa apenas preencher um formulário.
Em seguida receberá uma mensagem eletrônica com
o código, o horário e o dia em que deve ligar
para o centro de operações autorizando a instalação.
É uma boa novidade no mundo da telefonia nacional, que
passa por grandes mudanças desde a privatização
da extinta Telebrás. A Vesper, uma associação
entre multinacionais, que inclui a Bell Canadá (www.bell.ca),
quer utilizar a rede para implantar um modelo de atendimento
diferenciado da concorrência. A compra de linhas não
é o único produto. A companhia também aceitará
reclamações que poderão ser acompanhadas
em tempo real. Assim, quando solicitar um serviço, o
cliente saberá quem recebeu seu pedido e qual o encarregado
de resolvê-lo. Outro recurso é a consulta instantânea
da conta telefônica, que dará chance ao consumidor
de acompanhar diariamente suas despesas com ligações
locais e internacionais. Deve entrar em operação
até o final do primeiro semestre.
Broadway dentro do
computador
Fred Astaire
foi um dos melhores, mas o sapateado é uma arte que
reúne milhares de pessoas em todo o mundo. O endereço
www.tapdance.org é
recheado de informações sobre o assunto. Graficamente,
não é muito bonito, mas sua maior atração
é o conteúdo. Lá estão, por exemplo,
os filmes que tiveram como tema o sapateado, indicações
de vídeos, livros, os passos básicos, os principais
eventos programados para este ano e até sons. Uma versão
semelhante pode ser vista em www.geocities.com/cintiamartin,
que traz uma relação dos sapateadores, companhias
e academias do Brasil e uma lista de discussão. No
endereço também estão relacionadas várias
indicações do tema e também dicas para
quem pretende aderir à arte.
Borges continua
entre os melhores
Cezar Pena
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O centenário do escritor Jorge
Luis Borges
foi comemorado no ano passado, mas sua obra continua atual
e na rede não lhe faltam homenagens. Duas podem ser
consultadas em www.hum.
au.dk/romansk/borges, onde está toda a bibliografia
de Borges, ano a ano, a partir de 1919. Outras informações
ficam à disposição no Centro Virtual
Cervantes (cvc.cervantes.es),
que fez uma exposição de toda a sua obra e
carreira. A página www.fst.
com.ar também traz informações
interessantes sobre Borges, um dos maiores orgulhos dos
habitantes da Argentina.
Viagem tranqüila
Dilmar Cavalher/Strana
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O roteiro das férias de janeiro pode ser montado
com o auxílio de três boas páginas para
uma viagem sem surpresas na estrada.
Em
www.novadutra.com.br,
a administradora da Via Dutra, entre São Paulo e
Rio de Janeiro, traz boletins de hora em hora sobre as condições
do tráfego. Na página do Departamento Nacional
de Estradas de Rodagem (www.dner.gov.
br), é possível descobrir as condições
das rodovias em todo o país. Outra opção
é www.automovel.com.br,
que reúne dicas sobre manutenção de
carros para quem pretende sair com a família de férias.
Em japonês,
indiano, chinês
e árabe
Países
que não adotam o alfabeto ocidental, caso da China,
do Japão e de Israel, conseguiram uma vitória
graças à tecnologia desenvolvida por uma
empresa de Cingapura (www.i-dns.
net): poderão registrar os domínios
(endereços na internet) em sua escrita original.
São 36 opções fora o inglês,
que não permitia acentos ou ideogramas. Uma empresa
em Taiwan (www.timenet.net)
iniciou o processo e em apenas quatro dias catalogou 90.000
novos endereços em ideogramas. Essa tecnologia
é a primeira tentativa feita pelos países
de língua não inglesa para se liberar da
hegemonia dos Estados Unidos dentro da rede. Os franceses,
os europeus que mais resistem ao idioma dos americanos,
estão comemorando.
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Andre Penner
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A Agromídia (www.agromidia.com.br)
produziu um programa capaz de ajudar agrônomos
a verificar a qualidade
dos
solos. Depois da coleta do material e da análise
do
laboratório, os testes
são colocados no computador, que se encarrega
de informar qual
é a melhor forma de
cuidar do solo. Uma versão gratuita do programa
está disponível na
página da empresa para testes, mas a completa
custa 550 reais. O produto também pode ser
comprado em módulos específicos.
A
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
(www.embrapa.br)
também reúne bons dados.

O
Priceless (www.priceless.com.br)
é
um leilão que pretende diferenciar-se dos concorrentes
nacionais. Lá
estão apenas produtos novos, alguns com preços
abaixo dos de mercado.
Os
lances continuam existindo, mas o ganhador recebe
em casa um produto com garantia do fabricante.
As
entregas são feitas para todo o país.
Esse negócio é
um dos que mais crsescem
na internet.
Existe
até um servico (www.bol.com.br)
que faz busca simultânea em vários
endereços nacionais e estrangeiros.
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Esperando, esperando...
O
Wall Street
Journal (www.wsj.com)
testou a eficiência do sistema de entregas de
shoppings virtuais para países da América
Latina. Em 1º de outubro do ano passado, os oito
correspondentes na região fizeram o mesmo pedido
na Amazon (www.amazon.com):
um CD da banda tecno inglesa Lamb. O resultado decepcionou
os entusiastas da empresa de Jeff Bezos. Até
o dia 15 de dezembro, apenas metade dos pedidos haviam
sido entregues. O correspondente no Brasil estava entre
os que esperavam a remessa. Quem ganhou a corrida foi
o Peru. Veja quantos dias utéis os pedidos demoraram
para chegar em outros países.
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Paulo Jares
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Aos interessados em saber como o planeta estará
daqui a dez, quinze ou vinte anos, o endereço é
uma boa fonte de consulta. Com base em dados científicos
disponíveis atualmente, a página faz projeções
e traz números bastante interessantes nas áreas
de economia, população, saúde e internet.
Como o preço do barril de petróleo, cotado
a 25 dólares entre os anos 2015 e 2020. Como todo
exercício de futurologia, porém, as projeções
estão sujeitas a erros. Na terça-feira passada
o barril custava 26 dólares. Também estão
disponíveis os
estudos e os números que resultaram nas projeções
e as
instituições que fazem trabalho semelhante.
O acesso
é gratuito, mas é necessário fazer
um registro.
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Editado por Manoel Fernandes
e-mail: hipertexto@abril.com.br
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