Edição 1 630 - 5/1/2000

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"VEJA Século 20 é mais que uma revista. É simplesmente uma aula de história."
Antonio Silva Pereira Santos
Cotia, SP

Século 20

VEJA fez com que eu me sentisse como se estivesse participando de um grande acontecimento, ao abrir a edição Século 20 (22 de dezembro). De extremo bom gosto. Fiquei fascinada pelos pôsteres, que já foram pendurados em lugares nobres da casa. Um belo presente para nós, leitores, que temos pouco contato com a História. As reportagens estão gloriosas e a fotografia está de bater palmas. Parabéns por vocês existirem!
Fernanda A. de Schuhmacher
Stuttgart, Alemanha

A última edição do ano é uma passagem pela História, tanto pelo lado bom quanto pelo lado ruim. A edição especial sobre a vida digital é um alerta para que o Brasil promova, com urgência, uma revolução educacional. Do contrário, seremos surpreendidos pelo atraso virtual, de difícil recuperação.

Romário Mendes Vargas
Curitiba, PR

Vida Digital

Como profissional da área de informática há mais de quinze anos, quero parabenizá-los pela excelente edição especial Vida Digital (22 de dezembro). Nela encontrei tudo que um leigo e um profissional gostariam de saber sobre a era da informação. Saboreei cada página, cada linha, cada palavra. Vocês foram iluminados.
Fernando Carlos Lobato Tenório
fctenorio@uol.com.br

VEJA está de parabéns por escolher para a última entrevista do milênio ninguém menos que Bill Gates, com suas idéias e teorias. Homem de tamanha credibilidade, não se sabe se ele marca o início ou o fim de uma era.
Carla Almeida de Amorim
Rio de Janeiro, RJ

As matérias são fantásticas e fazem com que fiquemos mais bem informados sobre um assunto que se torna cada dia mais presente na vida de todos. Quando iniciei minha assinatura, pensei várias vezes que poderia estar perdendo algo sobre a área em que trabalho. Hoje vejo que só ganhei assinando a melhor revista de informação publicada no Brasil. Espero que inovem mais e mais para a plena satisfação de seus leitores. Mil vezes parabéns.
Elaine Menezes dos Santos

elaine.up@zipmail.com.br

Fernando Henrique Cardoso

No período tão conturbado em que vivemos, os brasileiros deveriam dar graças a Deus por ter um presidente do quilate de FHC. Não precisamos de fanfarrões nem de messias, mas de quem tenha a coragem e a responsabilidade de administrar um país vítima de governantes inconseqüentes num mundo imediatista. Vá em frente, presidente. Se não agora, certamente mais tarde a História lhe fará justiça (Amarelas, 22 de dezembro).
Paulo Nazareno Soares Rosa
Prefeito

Crateús, CE

Das mais felizes páginas amarelas de todos os tempos, essa com o presidente FHC, explorando, em perguntas objetivas e bem sacadas, temas como governabilidade, sucessão e política econômica, sem perder o rebolado crítico ou cair na velha futurologia. Definitivamente, é de guardar para a posteridade.
Gustavo Henrique de Brito Alves Freire
mmconsul@elogica.com.br

Conjuntura

Cumprimentando-os pela excelente edição, esclareço que o nome correto do órgão de que participo na Unicamp é Conselho Orientador do Centro de Estudos de Opinião Pública, Cesop, e não Conselho Superior de Opinião Pública, como consta na reportagem "Apesar de tudo, dizem que foi bom" (22 de dezembro).
Ney Lima Figueiredo

São Paulo, SP  

Crime

Cumprimentamos VEJA pela reportagem intitulada "A raiz da violência" (15 de dezembro), de autoria da jornalista Consuelo Dieguez. De forma muito competente, foram demonstradas com as tintas da realidade cotidiana as múltiplas facetas que configuram a complexa imagem da violência real. A reportagem conseguiu, em poucas páginas, fornecer subsídios para uma longa reflexão de toda a sociedade, além de derrubar os argumentos simplistas muitas vezes utilizados para tratar o assunto.
Major Renato Penteado Perrenoud
Seção de relações públicas da Polícia Militar

São Paulo, SP

Distrito Federal

Como leitor assíduo da revista, não me causou surpresa a reportagem "Crime sem autor" (15 de dezembro). O assunto tocou a todos nós, brasileiros, brasilienses e especialmente a segurança pública do DF. As providências jurídicas e administrativas foram tomadas no mesmo dia do fato, não havendo por parte do GDF, do governador Roriz, da Secretaria de Segurança Pública nem de seus segmentos "omissão" em momento algum. Acompanhei a ação e acompanho as apurações como integrante do governo e da segurança em virtude das funções que exerço, e o que sei e vi tenho declarado à imprensa e às autoridades que buscam a apuração dos fatos. Não concedi nenhuma entrevista, razão por que estranhei minha foto e a legenda ("Não sabe") na citada reportagem, que em momento algum faz alusão a minha pessoa.
Jair Tedeschi
Coordenador de planejamento e operações da Secretaria de Segurança Pública

Brasília, DF

Radar

Com relação à nota publicada em Radar ("A privatização da espada", 15 de dezembro), informo que um amigo da Marinha compareceu ao citado leilão com a intenção de adquirir a espada, que teria sido usada por Tamandaré, para doá-la à Marinha. Tratando-se de conhecido colecionador, ao examiná-la, constatou claros indícios de não autenticidade, solicitando então ao leiloeiro que comprovasse a autenticidade do objeto. Não foi atendido. A espada original do almirante Tamandaré, adquirida de seus descendentes pela Marinha na década de 40, acompanhada de muitos outros objetos pessoais, hoje expostos na Sala Almirante Tamandaré do Museu Naval, acha-se guardada no cofre-forte do serviço de documentação da Marinha, sendo exposta permanentemente, na citada sala, réplica perfeita confeccionada pelo Arsenal de Marinha de Rio de Janeiro. Evidentemente, tal zelo para com suas relíquias históricas gera, na Marinha do Brasil ou de qualquer outra "nação civilizada", cuidados para que os recursos públicos não sejam gastos inapropriadamente. Quanto ao comentário constante da nota de que "aqui leilões como esse não despertam interesse da Marinha", creio que em resposta basta a sugestão de uma visita a qualquer dos seis edifícios do serviço de documentação da Marinha, ou a um dos três navios-museus, visitados, em média, por 10.000 pessoas cada mês.
Luiz Fernando Palmer Fonseca
Diretor capitão-de-mar-e-guerra

Brasília, DF

Narcobrasil

A revista VEJA, reconhecida pelo sério trabalho jornalístico em sintonia com a opinião pública deste país, destaca-se como semanário de leitura imprescindível. Lamentavelmente, a reportagem "Luzes, câmera, eleição!" (8 de dezembro) aborda os trabalhos dos parlamentares da CPI do Narcotráfico de forma pouco séria. Fernando Ferro não está candidato à prefeitura do Recife nem a outro cargo eletivo nas próximas eleições. A CPI do Narcotráfico não foi criada para que seus parlamentares viessem a sobressair e se tornar estrelas ou ganhar notoriedade e visibilidade, conforme insinua o título da reportagem mencionada. Na verdade, Fernando Ferro está cumprindo seu dever como parlamentar na legítima atividade de representação da população de seu Estado na luta pela transparência, fiscalização e ética em nosso país. A crescente impunidade em que o Brasil está mergulhado exige que todos os segmentos da sociedade civil se esforcem no combate à violência que impera.
Maria do Carmo Marques da Silva
Chefe de gabinete
Brasília, DF


 


 

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