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"VEJA Século 20 é mais que
uma revista. É simplesmente uma aula de história."
Antonio
Silva Pereira Santos
Cotia, SP |
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Século 20
VEJA fez com que eu me sentisse como se estivesse
participando de um grande acontecimento, ao abrir a edição
Século 20 (22 de dezembro). De extremo bom gosto.
Fiquei fascinada pelos pôsteres, que já foram pendurados
em lugares nobres da casa. Um belo presente para nós, leitores,
que temos pouco contato com a História. As reportagens estão
gloriosas e a fotografia está de bater palmas. Parabéns
por vocês existirem!
Fernanda A. de Schuhmacher
Stuttgart, Alemanha
A última edição do ano é
uma passagem pela História, tanto pelo lado bom quanto pelo
lado ruim. A edição especial sobre a vida digital
é um alerta para que o Brasil promova, com urgência,
uma revolução educacional. Do contrário, seremos
surpreendidos pelo atraso virtual, de difícil recuperação.
Romário Mendes Vargas
Curitiba, PR
Vida Digital
Como profissional da área de informática
há mais de quinze anos, quero parabenizá-los pela
excelente edição especial Vida Digital (22
de dezembro). Nela encontrei tudo que um leigo e um profissional
gostariam de saber sobre a era da informação. Saboreei
cada página, cada linha, cada palavra. Vocês foram
iluminados.
Fernando Carlos Lobato Tenório
fctenorio@uol.com.br
VEJA está de parabéns por escolher para
a última entrevista do milênio ninguém menos
que Bill Gates, com suas idéias e teorias. Homem de tamanha
credibilidade, não se sabe se ele marca o início ou
o fim de uma era.
Carla Almeida de Amorim
Rio de Janeiro, RJ
As matérias são fantásticas e
fazem com que fiquemos mais bem informados sobre um assunto que
se torna cada dia mais presente na vida de todos. Quando iniciei
minha assinatura, pensei várias vezes que poderia estar perdendo
algo sobre a área em que trabalho. Hoje vejo que só
ganhei assinando a melhor revista de informação publicada
no Brasil. Espero que inovem mais e mais para a plena satisfação
de seus leitores. Mil vezes parabéns.
Elaine Menezes dos Santos
elaine.up@zipmail.com.br
Fernando Henrique Cardoso
No período tão conturbado em que vivemos,
os brasileiros deveriam dar graças a Deus por ter um presidente
do quilate de FHC. Não precisamos de fanfarrões nem
de messias, mas de quem tenha a coragem e a responsabilidade de
administrar um país vítima de governantes inconseqüentes
num mundo imediatista. Vá em frente, presidente. Se não
agora, certamente mais tarde a História lhe fará justiça
(Amarelas, 22 de dezembro).
Paulo Nazareno Soares Rosa
Prefeito
Crateús, CE
Das mais felizes páginas amarelas de todos
os tempos, essa com o presidente FHC, explorando, em perguntas objetivas
e bem sacadas, temas como governabilidade, sucessão e política
econômica, sem perder o rebolado crítico ou cair na
velha futurologia. Definitivamente, é de guardar para a posteridade.
Gustavo Henrique de Brito Alves Freire
mmconsul@elogica.com.br
Conjuntura
Cumprimentando-os pela excelente edição,
esclareço que o nome correto do órgão de que
participo na Unicamp é Conselho Orientador do Centro de Estudos
de Opinião Pública, Cesop, e não Conselho Superior
de Opinião Pública, como consta na reportagem "Apesar
de tudo, dizem que foi bom" (22 de dezembro).
Ney Lima Figueiredo
São Paulo, SP
Crime
Cumprimentamos VEJA pela reportagem intitulada "A
raiz da violência" (15 de dezembro), de autoria da jornalista
Consuelo Dieguez. De forma muito competente, foram demonstradas
com as tintas da realidade cotidiana as múltiplas facetas
que configuram a complexa imagem da violência real. A reportagem
conseguiu, em poucas páginas, fornecer subsídios para
uma longa reflexão de toda a sociedade, além de derrubar
os argumentos simplistas muitas vezes utilizados para tratar o assunto.
Major Renato Penteado Perrenoud
Seção de relações públicas da
Polícia Militar
São Paulo, SP
Distrito Federal
Como leitor assíduo da revista, não
me causou surpresa a reportagem "Crime sem autor" (15 de dezembro).
O assunto tocou a todos nós, brasileiros, brasilienses e
especialmente a segurança pública do DF. As providências
jurídicas e administrativas foram tomadas no mesmo dia do
fato, não havendo por parte do GDF, do governador Roriz,
da Secretaria de Segurança Pública nem de seus segmentos
"omissão" em momento algum. Acompanhei a ação
e acompanho as apurações como integrante do governo
e da segurança em virtude das funções que exerço,
e o que sei e vi tenho declarado à imprensa e às autoridades
que buscam a apuração dos fatos. Não concedi
nenhuma entrevista, razão por que estranhei minha foto e
a legenda ("Não sabe") na citada reportagem, que em momento
algum faz alusão a minha pessoa.
Jair Tedeschi
Coordenador de planejamento e operações da Secretaria
de Segurança Pública
Brasília, DF
Radar
Com relação à nota publicada
em Radar ("A privatização da espada", 15 de dezembro),
informo que um amigo da Marinha compareceu ao citado leilão
com a intenção de adquirir a espada, que teria sido
usada por Tamandaré, para doá-la à Marinha.
Tratando-se de conhecido colecionador, ao examiná-la, constatou
claros indícios de não autenticidade, solicitando
então ao leiloeiro que comprovasse a autenticidade do objeto.
Não foi atendido. A espada original do almirante Tamandaré,
adquirida de seus descendentes pela Marinha na década de
40, acompanhada de muitos outros objetos pessoais, hoje expostos
na Sala Almirante Tamandaré do Museu Naval, acha-se guardada
no cofre-forte do serviço de documentação da
Marinha, sendo exposta permanentemente, na citada sala, réplica
perfeita confeccionada pelo Arsenal de Marinha de Rio de Janeiro.
Evidentemente, tal zelo para com suas relíquias históricas
gera, na Marinha do Brasil ou de qualquer outra "nação
civilizada", cuidados para que os recursos públicos não
sejam gastos inapropriadamente. Quanto ao comentário constante
da nota de que "aqui leilões como esse não despertam
interesse da Marinha", creio que em resposta basta a sugestão
de uma visita a qualquer dos seis edifícios do serviço
de documentação da Marinha, ou a um dos três
navios-museus, visitados, em média, por 10.000
pessoas cada mês.
Luiz Fernando Palmer Fonseca
Diretor capitão-de-mar-e-guerra
Brasília, DF
Narcobrasil
A revista VEJA, reconhecida pelo sério trabalho
jornalístico em sintonia com a opinião pública
deste país, destaca-se como semanário de leitura imprescindível.
Lamentavelmente, a reportagem "Luzes, câmera, eleição!"
(8 de dezembro) aborda os trabalhos dos parlamentares da CPI do
Narcotráfico de forma pouco séria. Fernando Ferro
não está candidato à prefeitura do Recife nem
a outro cargo eletivo nas próximas eleições.
A CPI do Narcotráfico não foi criada para que seus
parlamentares viessem a sobressair e se tornar estrelas ou ganhar
notoriedade e visibilidade, conforme insinua o título da
reportagem mencionada. Na verdade, Fernando Ferro está cumprindo
seu dever como parlamentar na legítima atividade de representação
da população de seu Estado na luta pela transparência,
fiscalização e ética em nosso país.
A crescente impunidade em que o Brasil está mergulhado exige
que todos os segmentos da sociedade civil se esforcem no combate
à violência que impera.
Maria do Carmo Marques da Silva
Chefe de gabinete
Brasília, DF
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