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Plaft, pluft, lá vem a AmyO que é bom a gente mostra, o que é menos bom, no caso de AMY WINEHOUSE, também. Louca para mostrar as novas e siliconadas aquisições, a cantora fez o número completo: saiu de um restaurante em estado razoável de sobriedade, posou de pin-up, encarou os fotógrafos e, pluft, deixou escapar exatamente o que todo mundo estava esperando. Em seguida, voltou a seu estado normal e desapareceu bem na hora em que deveria entregar um prêmio de música. A produção do evento improvisou e outro artista fazia a substituição quando uma cambaleante Amy surgiu. O que ela falou ao microfone ninguém entendeu direito. Mas o que veio depois deu para entender direitinho: "Eu estava arrumando meu cabelo. Vão se ferrar". Sim, sim, a palavra não foi exatamente esta.
A cruzada de Penélope
Mulheres que reclamam do excesso de concorrência, pensem no time enfrentado por PENÉLOPE CRUZ, 35, no musical Nine: Nicole Kidman, Kate Hudson, Fergie e Marion Cotillard (além da sacudida setentona Sophia Loren num papel de mãe). O jeito foi rodar a espanhola e treinar a flexibilidade, tudo sem perder o rebolado. Quer dizer, o biquinho habitual. "Quando vi o número, achei que seria impossível", diz Penélope sobre as acrobacias exigidas pelo diretor Rob Marshall, o mesmo de Chicago, no filme que será lançado em janeiro. O figurino segue o padrão da dançarina Dita von Teese, com corselet agarradíssimo e meias imitando cinta-liga. E, claro, pernas de tirar o fôlego até de Javier Bardem. Será que tem Oscar de spacatti?
O problema era potássio
Olhando de repente, pode parecer Mel Gibson em Coração Valente, mas na verdade é o cantor FELIPE DYLON, 22, reaparecido depois de um período de recolhimento. O cabelão de Bob Marley foi presente de um amigo, que cortou os dreadlocks de 1 metro de comprimento e fez o ato de generosidade capilar. Passada a dor de cabeça dos primeiros dias, Felipe está "amarradão" no visual. Já as meninas que se descabelavam por ele... "Só chegam perto as que sacam a filosofia rasta", diz o cantor, recentemente saído de uma clínica de tratamento psicológico, aonde foi "para comer direito". Explicando: "Eu estava com pouco potássio no sangue e fui lá para me alimentar melhor". Nada a ver com a filosofia rasta? "Nada, nem curto aquelas paradas."
Editado por Juliana Linhares |