BUSCA

Busca avançada      
FALE CONOSCO
Escreva para VEJA
Para anunciar
Abril SAC
REVISTAS
VEJA
Edição 2098

4 de fevereiro de 2009
ver capa
NESTA EDIÇÃO
Índice
SEÇÕES
Carta ao Leitor
Entrevista
Leitor
Millôr
Blogosfera
PANORAMA
Imagem da Semana
Holofote
SobeDesce
Conversa
Números
Datas
Radar
Veja Essa
 

Gente

Muita pena e um pouquinho de vergonha

André Schiliró

Olhando ninguém acredita, mas SABRINA SATO, a mesma que sempre aparece em trajes sumários na TV, sofre para ser fotografada como na pose acima – de leque de plumas, uma coisinha tapando estrategicamente o que não aparece na foto e cabelão montado para um futuro livro de beldades do cabeleireiro Marco Antonio de Biaggi, de São Paulo. "Fico muito tímida. É o trabalho que me dá mais vergonha", afirma a cada vez mais loira japonesa, que nesta semana completa 28 anos "com mentalidade de 15". E os preparativos (não que precise de muita coisa) para desfilar no Carnaval? "Todo mundo me pergunta. Está me dando desespero. Gosto muito de doce e não resisto a uma cervejinha. Mas amanhã eu começo", brinca, com a tranquilidade de quem não precisa perder nem 1 centímetro de cintura.

 

A cara do pai, em dose dupla

Aos 6 meses de idade, fotografados pela primeira vez desde que, recém-nascidos, estamparam uma capa de 14 milhões de dólares, os gêmeos de Brad Pitt e Angelina Jolie, KNOX e VIVIANNE, confirmaram ser exatamente o que se espera dos filhos de tal casal: fofíssimos. Ela de macacão de cashmere branco, ele de boné idêntico ao do pai, tinham os olhos azuis arregalados diante do movimento de fãs no aeroporto de Narita, em Tóquio, onde a família inteira desembarcou para a estreia do novo filme de Pitt. Vinham de Los Angeles (onze horas em avião particular) e para lá voltarão antes de fixar moradia em Long Island, em Nova York, local do novo trabalho de Angelina. "Na minha casa, fazer mala é uma brincadeira", diz ela.

 

Tutti paesani

As relações andam meio estremecidas, todo mundo sabe por culpa de quem, mas o contingente de ítalo-brasileiros aumenta. O último foi Gilberto Gil. Na semana passada, o artista e ex-ministro baiano ganhou a cidadania italiana. Por tabela: sua mulher Flora Giordano, neta de italianos, tem desde 2004. O benefício não costuma ser estendido incondicionalmente a maridos, mas as regras são dúbias e Gil contou com a simpatia diplomática. "Fui ao consulado assinar uns documentos, ele foi comigo e os próprios funcionários sugeriram que se candidatasse", conta Flora. Têm direito ao cobiçado passaporte da União Européia, entre outros:

Katia Lombardi
Ricardo Stuckert/PR
Gilberto Gil, 66
Vínculo: a mulher, Flora
Desde quando: 2009
Já usou? Não

Marisa Lula da Silva, 58
Vínculo: os avós
Desde quando: 2005
Já usou? Pouco provável


Reginaldo Teixeira
Marcio de Souza
Luana Piovani, 32
Vínculo: os bisavós
Desde quando: 2008
Já usou? Não

Christiane Torloni, 51
Vínculo: os avós
Desde quando: 1998
Já usou? "Muito. As pessoas te olham com mais simpatia"


Otávio Dias de Oliveira
Ana Maria Braga, 59
Vínculo: o pai
Desde quando: 2007
Já usou? "No ano passado. Facilita muitas coisas"

 

"Continue sonhando"

É só reparar: quando cruzam as pernas e mostram a sola vermelha do sapato, Nicole Kidman, Angelina Jolie, Britney Spears e Gwyneth Paltrow, entre outras famosas, estão usando um modelo Christian Louboutin. Na próxima semana, o sapateiro francês de ascendência vietnamita, de alegados 42 anos, vem a São Paulo anunciar a abertura de sua primeira loja no Brasil. De Paris, falou a VEJA:

Por que abrir uma loja em São Paulo justo agora, nestes tempos de crise? Para mim é importante gostar do lugar, e eu gosto do Brasil. Estive aí duas vezes no ano passado. São Paulo é um lugar incrível, principalmente em se tratando de lojas. Também fui a Ouro Preto, por causa de uma pesquisa sobre pedras. Quando faço pesquisas, gosto de ir aos lugares onde as coisas são feitas. Comprei algumas peças, mas não usei, estou digerindo. Antes estive em Miami e encontrei muitas brasileiras. Tive uma ótima impressão das paulistas.

Quantos pares de sapato a mulher precisa ter? Eu diria que no mínimo três: uma sandália alta cor da pele, para que fique invisível e ela pareça estar nua; um sapato baixo, que pode ser usado em vários momentos; e um par de Havaianas.

O senhor usa Havaianas? Tenho umas trinta ou quarenta, que não incluo na minha coleção de 200 pares de sapato. Uso quando faz calor, inclusive para trabalhar.

O que faz um sapato custar mais de 1 000 euros? É exatamente como o vinho. Um vinho muito bom tem preço diferenciado por um milhão de razões. Nos sapatos, contam a qualidade do couro, detalhes que nem se veem mas que fazem a diferença quando se calça, tingimento, costuras.

Que conselho o senhor daria à mulher louca por um par de Louboutin e sem dinheiro para bancar? Continue sonhando. Um dia um príncipe encantado vai lhe trazer um.

Editado por Lizia Bydlowski
colaboraram Bel Moherdaui e Carlos Giffoni



Publicidade
 
Publicidade

 
  VEJA | Veja São Paulo | Veja Rio | Expediente | Fale conosco | Anuncie | Newsletter |