BUSCA

Busca avançada      
FALE CONOSCO
Escreva para VEJA
Para anunciar
Abril SAC
REVISTAS
VEJA
Edição 2076

3 de setembro de 2008
ver capa
NESTA EDIÇÃO
Índice
SEÇÕES
Carta ao leitor
Entrevista
Lya Luft
Millôr
Leitor
Blogosfera
PANORAMA
Imagem da semana
Holofote
SobeDesce
Conversa
Números
Datas
Radar
Veja Essa
 

Panorama
SobeDesce

 

Conversa com Severino Cavalcanti
Mariana Amaro


José Cruz/ABR
SEVERINO
Ele garante que não tem pizza na Câmara


"Só largo quando morrer"

O ex-presidente da Câmara Severino Cavalcanti renunciou ao mandato em 2005 para não ser cassado por cobrar propina de um restaurante do Congresso. Agora, disputa a prefeitura da cidade pernambucana de João Alfredo e ameaça voltar à Câmara como suplente

Severino está de volta?
Estou, sim. Faço política por amor. Só largo quando morrer e for para o céu.

O senhor acha que tem chances de ser eleito?
Claro. Vou ser prefeito da minha cidade, João Alfredo. Também posso ir para a Câmara no lugar do deputado Gonzaga Patriota, que tem a eleição de prefeito garantida em Petrolina. Gonzaga se elegendo, a vaga é minha. Mas prefiro ser prefeito.

O senhor teme enfrentar um novo processo se voltar à Câmara?
Não. É que a população de João Alfredo ficaria frustrada. Sou uma esperança para eles. Posso ser deputado depois.

O senhor foi acusado de cobrar propina de um restaurante da Câmara...
Não existe isso. Sou um candidato limpo. Os meus adversários é que são sujos.

O senhor freqüentava o restaurante?
Uma vez ou outra eu almoçava lá.

O que o senhor comia? Pizza?
Comia outros tipos de pratos. Não tem pizza na Câmara.

Tem certeza de que não tem pizza lá?
Minha filha, eu vou desligar.

 

Números

 



Publicidade
 
Publicidade

 
  VEJA | Veja São Paulo | Veja Rio | Expediente | Fale conosco | Anuncie | Newsletter |