Edição 1818 . 3 de setembro de 2003

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Tudo jóia

Como manter o brilho e a longevidade das peças

Divulgação


J
óias podem durar algumas gerações, mas para que mantenham a aparência de novas são necessários alguns cuidados simples. De acordo com a especialista em jóias Lydia Sayeg, um dos erros mais comuns é o uso de caixinhas para guardar várias peças. "As jóias devem ser guardadas separadamente para que uma não risque a outra", diz. "O ideal é que elas fiquem em compartimentos individuais, isoladas em sacos plásticos ou embrulhadas em papel delicado, como de seda, ou em veludo." Veja outras sugestões

A limpeza deve ser feita apenas com água e sabão neutro, mas nunca em água corrente, que pode descolar as pedras.

Escovas só devem ser usadas para limpeza de peças com muitos detalhes. Flanelas garantem o brilho.

Polimento profundo exige estabelecimento especializado.

No banho, o xampu e o sabonete podem deixar a peça opaca.

A exposição da jóia à água do mar e ao cloro pode enfraquecer a liga da peça.

Produtos como acetona, álcool e cremes danificam e sujam pedras e metais.

Perfumes devem ser colocados sempre dez minutos antes das jóias, para evitar reações químicas.

 



 

Saúde

BOA NOTÍCIA
Os dentes da mãe e o bebê

Um simples tratamento bucal pode reduzir o risco de uma mulher dar à luz um bebê prematuro. A conclusão é de um estudo publicado no Journal of Periodontology, dos Estados Unidos. Foram analisadas 366 grávidas que tinham periodontite, um sério problema na gengiva. As que receberam cuidados para eliminar o tártaro e as placas bacterianas antes da 35ª semana de gravidez formaram o grupo com menor incidência de partos prematuros. As razões específicas dessa relação ainda estão sendo pesquisadas.

MÁ NOTÍCIA
Colesterol e doenças renais

Além de provocar doenças cardiovasculares, taxas anormais de colesterol são prejudiciais também aos rins. De acordo com pesquisadores do Brigham and Women's Hospital, em Boston, nos Estados Unidos, o excesso do chamado colesterol ruim ou a falta do colesterol bom duplicam o risco de problemas renais. Já se conhecia a relação entre os dois fatores, mas os estudiosos do assunto acreditavam que o nível alterado de colesterol fosse conseqüência do mau funcionamento dos rins, e não o inverso. O estudo acompanhou 4 000 pessoas durante catorze anos.

 

Colaboraram Fernanda Medeiros e Rosa Symanski

 
 
 
 
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