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Guia
Tudo
jóia
Como
manter o brilho e a longevidade das peças
Divulgação
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Jóias
podem durar algumas gerações, mas para que mantenham
a aparência de novas são necessários alguns
cuidados simples. De acordo com a especialista em jóias Lydia
Sayeg, um dos erros mais comuns é o uso de caixinhas para
guardar várias peças. "As jóias devem ser guardadas
separadamente para que uma não risque a outra", diz. "O ideal
é que elas fiquem em compartimentos individuais, isoladas
em sacos plásticos ou embrulhadas em papel delicado, como
de seda, ou em veludo." Veja outras sugestões
A
limpeza deve ser feita apenas com água e sabão neutro,
mas nunca em água corrente, que pode descolar as pedras.
Escovas
só devem ser usadas para limpeza de peças com muitos
detalhes. Flanelas garantem o brilho.
Polimento
profundo exige estabelecimento especializado.
No
banho, o xampu e o sabonete podem deixar a peça opaca.
A
exposição da jóia à água do mar
e ao cloro pode enfraquecer a liga da peça.
Produtos
como acetona, álcool e cremes danificam e sujam pedras e
metais.
Perfumes
devem ser colocados sempre dez minutos antes das jóias, para
evitar reações químicas.
Saúde
BOA
NOTÍCIA
Os dentes da mãe e o bebê
Um
simples tratamento bucal pode reduzir o risco de uma mulher dar
à luz um bebê prematuro. A conclusão é
de um estudo publicado no Journal of Periodontology, dos
Estados Unidos. Foram analisadas 366 grávidas que tinham
periodontite, um sério problema na gengiva. As que receberam
cuidados para eliminar o tártaro e as placas bacterianas
antes da 35ª semana de gravidez formaram o grupo com menor
incidência de partos prematuros. As razões específicas
dessa relação ainda estão sendo pesquisadas.
MÁ
NOTÍCIA
Colesterol e doenças renais
Além
de provocar doenças cardiovasculares, taxas anormais de colesterol
são prejudiciais também aos rins. De acordo com pesquisadores
do Brigham and Women's Hospital, em Boston, nos Estados Unidos,
o excesso do chamado colesterol ruim ou a falta do colesterol bom
duplicam o risco de problemas renais. Já se conhecia a relação
entre os dois fatores, mas os estudiosos do assunto acreditavam
que o nível alterado de colesterol fosse conseqüência
do mau funcionamento dos rins, e não o inverso. O estudo
acompanhou 4 000 pessoas durante catorze anos.
Colaboraram
Fernanda Medeiros e Rosa Symanski
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