Edição 1818 . 3 de setembro de 2003

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Guia

Vamos ver o óleo, patrão?

Esse é só um detalhe básico
da manutenção do seu carro.
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• Trocar o óleo depois do prazo compromete a durabilidade do motor. Considere a possibilidade de usar óleo sintético, que pode durar até 20 000 quilômetros.

Pneus devem rodar com a pressão certa, para não haver desgaste irregular. Na troca, não esqueça que, além das medidas, o índice de velocidade do pneu deve ser compatível com seu carro.

• Mesmo em veículos com radiador selado, é preciso olhar periodicamente o nível do líquido de arrefecimento. Se ele estiver baixando, há vazamento no sistema e grave risco para o motor.

• Rodar com amortecedores vencidos deixa o carro instável. Um teste simples para avaliá-los é balançar com força o veículo e ver se ele pára após duas oscilações. Se seu carro ainda não tem amortecedores a gás, pense neles na próxima troca. São caros, mas duráveis.

• Esquecer o alinhamento e o balanceamento pode levar a trepidações e desgastes nos pneus e na suspensão. Além da verificação periódica, há ajustes a fazer toda vez que se troca um pneu. Há carros nos quais se alinham também as rodas traseiras.

• A troca de pastilhas deve ser imediata quando surge a luzinha no painel ou se percebem vibrações e chiados nos freios. Pelo bem da ecologia, escolha produtos sem amianto.

 

CARRO NOVO

Um caminhão de passeio

Divulgação
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Eis uma prova grande de que o agronegócio vai cada vez melhor no Brasil. Com mais de 6 metros de comprimento, a picape cabine dupla F 250 é um lançamento que a Ford quer vender aos bem-sucedidos do Brasil rural. E também aos urbanos bons de manobra e dispostos a agüentar cara feia em estacionamentos. Um modelo quase igual já é exportado para a Austrália, com sucesso. É o maior veículo da categoria, com capacidade para seis pessoas e mais de 1 tonelada de carga. Parruda como um caminhão, vista de fora, ela é surpreendentemente suave para dirigir – mas só pode ser pilotada por quem tem habilitação do tipo C, de motorista profissional. Conduzi-la no trânsito é como guiar sentado no 2º andar, acima até mesmo dos esportivos utilitários que orgulham seus proprietários. Mas com bem menos agilidade. O preço também é menor que o de um jipão moderno. A F 250 cabine dupla custa entre 86 000 e 98 000 reais, dependendo do acabamento.

 
Fotos MASP/Germano Luders/ João Santos
Outros preços

 

 

 

Colaboraram Luís Perez, Mauricio Oliveira, Sofia Maya e Valmir Storti

 
 
 
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