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Edição 2115

3 de junho de 2009
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"Amigos, vou ser breve", como disse o moribundo gentil.

SOBRIEDADE EM 10 LIÇÕES

Aos senhores congressistas em plena decadência da ascensão que nunca tiveram, peço que, pelo menos, não nos encham mais o saco com seu psitacismo (!) delirante. Leiam abaixo 10 lições de brevidade, inteiramente grátis.

I – Não é que o crime não compensa. É que, quando compensa, muda de nome.

II – Errar é humano. Botar a culpa nos outros também.

III – O turista é o câncer do meio ambiente.

IV – Existe coisa mais sóbria do que uma garrafa de uísque lacrada?

V – O psíquico não tem fundo.

VI – Madame, seus cabelos estão ficando brancos? Use senso de ridículo.

VII – Criatividade é isso que os entrevistadores fazem com o que dizemos.

VIII – O que vale o homem que não gasta seu destino?

IX – Nasci no Meyer, aos 9 anos de idade.

X – Mas o máximo da brevidade é a dos surfistas:
"Ó o auê aí ô!"
No meio das ondas não há espaço pra encher o saco.

 

O logotipo é, graficamente, um exercício de brevidade. Este, do Banco Nacional, de Minas Gerais, feito pelo grande Aloísio Magalhães, ainda contém uma ironia. Em forma de queijo (de Minas) do qual estão comidos dois pedaços, revela o que os sócios estavam fazendo com o Banco.



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