BUSCA

Busca avançada      
FALE CONOSCO
Escreva para VEJA
Para anunciar
Abril SAC
REVISTAS
VEJA
Edição 2115

3 de junho de 2009
ver capa
NESTA EDIÇÃO
Índice
SEÇÕES
Carta ao Leitor
Entrevista
Lya Luft
Millôr
Leitor
Blogosfera
PANORAMA
Imagem da Semana
Datas
Holofote
SobeDesce
Conversa
Números
Radar
Veja Essa
 

Gente

Tijolo por tijolo

AP

Se existe vida depois da morte, é artigo de fé, mas que tem comércio, tem, e como. Por 2 000 dólares de lance mínimo, a última peça de roupa vestida por MARILYN MONROE antes da morte por overdose, em 1962, um roupão atoalhado curtinho, pode fazer a alegria dos necrófilos. A foto acima, em pose sugestiva e bizarra mistura de ovo com leite, de Andre de Dienes, começa em 2 000 dólares. Ainda: preciosidades como dois tijolos de sua casa na Califórnia (de 400 a 600 dólares) e até recibos de bebidas (a partir de 600). O leilão é no fim de junho, em Las Vegas, onde também irão ao martelo 45 miudezas que pertenceram a Elvis Presley e estavam com seu médico e fornecedor oficial de receitas variadas, George Nichopoulos. Inclui uma bombinha de nariz e vidros de remédios.

 

O personal que virou príncipe

IBL/Rex Features

Novas emoções na Suécia. DANIEL WESTLING, o noivo plebeu da princesa VICTORIA, fez um transplante de rim, com doação do pai, para reverter um problema congênito e não hereditário, como os porta-vozes sutilmente enfatizaram. Uma cirurgia complexa, mas nada que apazigue os críticos que veem como afronta à monarquia (e um passo rumo à república) o casamento da futura rainha com um Svensson – o equivalente a um Silva por aqui, mas daquele tipo que não é presidente. Dono de uma rede de academias, Westling foi personal trainer da princesa. Quando ela ascender ao trono, ele será príncipe consorte. Detalhe: a mãe de Victoria, Silvia, filha de brasileira, também não tem sangue azul.

 

Que Deus o proteja, de novo

Michael Conroy/AP

Foram 200 voltas por cima. Na terceira, e como nunca apreciada, vitória na prova das 500 Milhas de Indianápolis, o piloto HELIO CASTRONEVES ganhou 3 milhões de dólares e aquela coisa que não tem preço, o sabor da revanche. Recém-absolvido de uma pilha de acusações de sonegação fiscal, o ribeirão-pretano radicado em Miami conta que passou por momentos epifânicos antes da linha de chegada: "Tive uma conversa privada com Deus. Perguntei por que eu havia passado por aquilo e ele me disse que eu havia me afastado da minha fé". Além da força superior, o piloto achou por bem trocar de contador e de advogado. E como vai declarar o prêmio? "Ou corro ou me preocupo com dinheiro", avisa.

 

É cascata, mas de rubis

Patricio/AE

Como se destacar em um show de música com vinte das mais conhecidas cantoras do país e ainda fazer bonito para o objeto de uma muito confessada paixão platônica, Roberto Carlos? Na homenagem aos cinquenta anos de carreira do cantor, a apresentadora HEBE CAMARGO cobriu-se de uma cascata de rubis e brilhantes, que cintilavam em anéis, pulseira, brincos e megacolar – ou "babador", segundo a própria. "Se eu colocasse só uns brilhantinhos, não ia dar o impacto que eu queria", admite Hebe sobre o conjunto que tem todo o jeito das joias vendidas em Dubai, usado com vestido de renda renascença. "Cheguei em casa tão feliz que dei um beijo e agradeci aos meus rubizinhos", brinca ela.

Editado por Bel Moherdaui.
Colaborou Juliana Linhares



Publicidade
 
Publicidade

 
  VEJA | Veja São Paulo | Veja Rio | Expediente | Fale conosco | Anuncie | Newsletter |