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"Quando
há terremoto no paraíso, sofremos muito
mais com os escombros do que aqueles que estão
em seu epicentro."
Jaime
Luiz Leitão Rodrigues
Rio Claro, SP
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Estados Unidos
A reportagem "Susto no império
americano" (26 de abril) nos trouxe a sensação
incômoda de viver conectados com os Estados Unidos
mais do que imaginávamos. Respiramos o sucesso e
os sonhos de consumo dos americanos sem usufruir os prazeres
que só quem mora lá pode experimentar. E,
para completar, somos atingidos pelas flutuações
do mercado, como na queda recente das ações
de alta tecnologia. Quando há terremoto no paraíso,
sofremos muito mais com os escombros do que aqueles que
estão em seu epicentro.
Jaime
Luiz Leitão Rodrigues
Rio Claro, SP
Ao ler a reportagem sobre a força
e o apogeu americano e as comemorações dos
500 anos do descobrimento do Brasil, eu me pergunto: por
que os EUA deram certo e nós não? Onde erramos?
José Ewerton Santos Filho
Salvador,
BA
Ana Bock
Após ler a entrevista com
a psicóloga Ana Bock, presidente do CFP, em que ela
afirma que segundo a Organização Mundial de
Saúde homossexualismo não é doença
mas uma condição normal do ser humano, imagino
que esses experts esperam que nós, pais, perguntemos
a nossos filhos adolescentes quanto ao futuro, além
da profissão que seguirão, qual será
sua opção sexual. A OMS faria melhor se interferisse
nos seriíssimos problemas de saúde pública
que assolam o Terceiro Mundo (Amarelas, 26 de abril).
Paulo Sergio Rovina
rovina@uol.com.br
Receita Federal
É penoso para um cidadão
ver seu nome exposto à execração pública
por representante da alta hierarquia da instituição
pela qual se tem empenhado em preservar. Refiro-me ao ataque
pessoal e oficial que recebi do corregedor-geral substituto
da Secretaria da Receita Federal, atribuindo-me a condição
de servidor ineficiente e ineficaz. Tal adjetivação
contradiz meu passado. Sou capitão-de-mar-e-guerra
da reserva remunerada da Marinha, na qual servi por 31 anos,
sempre promovido por merecimento. Estou há mais de
seis anos servindo à Receita Federal como auditor
fiscal. Nesse período, fui sempre avaliado com o
máximo desempenho. Além disso, após
minha exoneração, fui nomeado, pelo corregedor-geral,
para presidir uma comissão de inquérito das
mais complexas, seja pela quantidade de funcionários
envolvidos com possibilidade de demissões
, seja pela gravidade dos fatos a ser apurados. Há
aí um grande paradoxo, pois fui designado para uma
função que exige o máximo de preparo
técnico em correição. Já é
notório, na Receita Federal do Rio, que fui exonerado
do cargo de chefe de escritório de Corregedoria Geral
de forma, no mínimo, inopinada, quando estava exigindo
o cumprimento do horário de oito horas de trabalho
pelos funcionários, conforme determinado pelo excelentíssimo
senhor presidente da República. Entendo que o descumprimento
do horário, além de facilitar a corrupção,
é o responsável por grande parcela do mau
atendimento aos contribuintes. A propósito, o assunto
foi avocado pelo Ministério Público Federal,
onde já depus. Certamente, a Corregedoria Geral da
Receita Federal, no decurso do processo instaurado, terá
então a ocasião de, no foro adequado, provar
minha ineficiência e mostrar de que forma vem atuando
no sentido de sanar as terríveis mazelas que o não-cumprimento
do horário, por um número significativo de
funcionários da Receita Federal, traz para os contribuintes
(Cartas, 19 de abril).
Edson Almeida Pedrosa
Rio de Janeiro, RJ
Descobrimento
VEJA mais uma vez presenteia seus leitores com uma edição
especial que, além de contribuir para demarcar em
termos editoriais os 500 anos do achamento do Brasil, nos
convida a brincar com o tempo histórico sugerindo
uma lúdica viagem no túnel do tempo para acompanhar
de perto a epopéia dos descobrimentos. Trata-se de
uma edição primorosa, elaborada por uma competente
equipe de jornalistas e pesquisadores que fizeram a proeza
de transformar textos acadêmicos e escolásticos
em reportagens jornalísticas de fácil assimilação
(Edição Especial A Aventura do Descobrimento,
26 de abril).
Sinvaldo do Nascimento Souza
Santa Cruz, RJ
Criatividade e genialidade combinadas numa idéia
incrível. É impressionante como somos conduzidos
num piscar de olhos ao século XVI.
Valter Francisco
vfrancis@uol.com.br
A riqueza de informações da época
nos é passada com grande leveza, num tom quase lúdico;
impossível interromper a leitura.
Anísio de Sousa Meneses Filho
Fortaleza, CE
Hoje tive uma deliciosa aventura, viajando no tempo. Li
o maravilhoso suplemento em um só fôlego. Nada
me faria parar. O intrigante é que as conquistas,
vitórias, incertezas e derrotas, vislumbradas em
todos os artigos, podem, tranqüilamente, ser trazidas
para nossos dias, apenas com as arestas mais arredondadas
(gastas?) pelo tempo, que, apesar de tudo, não mudou
muito a humanidade. É gratificante ver a história
longe do ranço dos livros "oficiais" e com esse tempero
saboroso. E, diga-se de passagem, diferentemente das especiarias,
esse tempero apenas realça o sabor, não havendo
gosto ruim ou de estragado que necessitem disfarce.
Luiz Alberto Ferreira Jardim
Aracaju, SE
MST
A reportagem vem mostrar a realidade de um movimento que
já deixou há muito seu intuito. O MST agora
quer projeção para seu outro lado: o de arruaceiros,
muito distante do propósito da reforma agrária
pela qual eles iniciaram sua luta e na qual vêm sendo
atendidos ("O movimento dos sem causa", 26 de abril).
Sidnéia Macarini Martins
Presidente Prudente, SP
Ioga
Realmente a prática de ioga vem ganhando um número
cada vez maior de adeptos no mundo e também no Brasil.
Não mais uma atividade alternativa, está virando
uma opção para um público interessado
em trabalhar o corpo com consciência. É importante
esclarecer que, apesar da popularização, o
power yoga não é só uma ginástica,
e sim uma prática séria que exercita o corpo
e a mente em busca de saúde e paz ("A ginástica
zen", 26 de abril).
Marco Schultz
poweryoga@poweryoga.com.br
Arc
Arc, você arrebenta mesmo. Quero dizer rasgando
o português que você é nota 10000000000.
D+++++++. Mesmo usando como figura um marciano desconhecido,
você sabe como falar a verdade que muitos têm
medo de dizer. Beijos.
Danielle
sinatel@nettravel.com.br
Cacoal, RO
CORREÇÕES: A produção
de ovos no Brasil foi de 14,8 bilhões de unidades
e não 15 milhões, como foi publicado na seção
Hipertexto ("0800 on-line agropecuário", 26 de abril).
Na reportagem "Impávido colosso"(26 de abril),
o crédito da foto das árvores azuis é
de Heloisa Bortz.
Christian Vecchi, citado na reportagem "México
na linha" (26 de abril), é consultor da área
internacional da Tendências.
Michael Schumacher não mora mais em Mônaco
("A fuga dos impostos", 26 de abril).