Edição 1 647 -03/5/2000

VEJA esta semana

Brasil
Internacional
Geral
Economia e negócios
Guia
Artes e Espetáculos
Colunas
Stephen Kanitz
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo
Seções
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
VEJA on-line
Radar
Contexto
Holofote 
Veja essa
Notas internacionais
Hipertexto
Gente
Datas
Cotações
Para usar
Veja recomenda
Os mais vendidos

Banco de Dados 

Para pesquisar digite uma ou mais palavras no campo abaixo. 


 

 

"Quando há terremoto no paraíso, sofremos muito mais com os escombros do que aqueles que estão em seu epicentro."
Jaime Luiz Leitão Rodrigues
Rio Claro, SP

 

Estados Unidos

A reportagem "Susto no império americano" (26 de abril) nos trouxe a sensação incômoda de viver conectados com os Estados Unidos mais do que imaginávamos. Respiramos o sucesso e os sonhos de consumo dos americanos sem usufruir os prazeres que só quem mora lá pode experimentar. E, para completar, somos atingidos pelas flutuações do mercado, como na queda recente das ações de alta tecnologia. Quando há terremoto no paraíso, sofremos muito mais com os escombros do que aqueles que estão em seu epicentro.
J
aime Luiz Leitão Rodrigues
Rio Claro, SP

Ao ler a reportagem sobre a força e o apogeu americano e as comemorações dos 500 anos do descobrimento do Brasil, eu me pergunto: por que os EUA deram certo e nós não? Onde erramos?
José Ewerton Santos Filho
Salvador, BA



Ana Bock

Após ler a entrevista com a psicóloga Ana Bock, presidente do CFP, em que ela afirma que segundo a Organização Mundial de Saúde homossexualismo não é doença mas uma condição normal do ser humano, imagino que esses experts esperam que nós, pais, perguntemos a nossos filhos adolescentes quanto ao futuro, além da profissão que seguirão, qual será sua opção sexual. A OMS faria melhor se interferisse nos seriíssimos problemas de saúde pública que assolam o Terceiro Mundo (Amarelas, 26 de abril).
Paulo Sergio Rovina
rovina@uol.com.br



Receita Federal

É penoso para um cidadão ver seu nome exposto à execração pública por representante da alta hierarquia da instituição pela qual se tem empenhado em preservar. Refiro-me ao ataque pessoal e oficial que recebi do corregedor-geral substituto da Secretaria da Receita Federal, atribuindo-me a condição de servidor ineficiente e ineficaz. Tal adjetivação contradiz meu passado. Sou capitão-de-mar-e-guerra da reserva remunerada da Marinha, na qual servi por 31 anos, sempre promovido por merecimento. Estou há mais de seis anos servindo à Receita Federal como auditor fiscal. Nesse período, fui sempre avaliado com o máximo desempenho. Além disso, após minha exoneração, fui nomeado, pelo corregedor-geral, para presidir uma comissão de inquérito das mais complexas, seja pela quantidade de funcionários envolvidos — com possibilidade de demissões —, seja pela gravidade dos fatos a ser apurados. Há aí um grande paradoxo, pois fui designado para uma função que exige o máximo de preparo técnico em correição. Já é notório, na Receita Federal do Rio, que fui exonerado do cargo de chefe de escritório de Corregedoria Geral de forma, no mínimo, inopinada, quando estava exigindo o cumprimento do horário de oito horas de trabalho pelos funcionários, conforme determinado pelo excelentíssimo senhor presidente da República. Entendo que o descumprimento do horário, além de facilitar a corrupção, é o responsável por grande parcela do mau atendimento aos contribuintes. A propósito, o assunto foi avocado pelo Ministério Público Federal, onde já depus. Certamente, a Corregedoria Geral da Receita Federal, no decurso do processo instaurado, terá então a ocasião de, no foro adequado, provar minha ineficiência e mostrar de que forma vem atuando no sentido de sanar as terríveis mazelas que o não-cumprimento do horário, por um número significativo de funcionários da Receita Federal, traz para os contribuintes (Cartas, 19 de abril).
Edson Almeida Pedrosa

Rio de Janeiro, RJ

 

Descobrimento

VEJA mais uma vez presenteia seus leitores com uma edição especial que, além de contribuir para demarcar em termos editoriais os 500 anos do achamento do Brasil, nos convida a brincar com o tempo histórico sugerindo uma lúdica viagem no túnel do tempo para acompanhar de perto a epopéia dos descobrimentos. Trata-se de uma edição primorosa, elaborada por uma competente equipe de jornalistas e pesquisadores que fizeram a proeza de transformar textos acadêmicos e escolásticos em reportagens jornalísticas de fácil assimilação (Edição Especial – A Aventura do Descobrimento, 26 de abril).
Sinvaldo do Nascimento Souza
Santa Cruz, RJ

Criatividade e genialidade combinadas numa idéia incrível. É impressionante como somos conduzidos num piscar de olhos ao século XVI.
Valter Francisco
vfrancis@uol.com.br

A riqueza de informações da época nos é passada com grande leveza, num tom quase lúdico; impossível interromper a leitura.
Anísio de Sousa Meneses Filho
Fortaleza, CE

Hoje tive uma deliciosa aventura, viajando no tempo. Li o maravilhoso suplemento em um só fôlego. Nada me faria parar. O intrigante é que as conquistas, vitórias, incertezas e derrotas, vislumbradas em todos os artigos, podem, tranqüilamente, ser trazidas para nossos dias, apenas com as arestas mais arredondadas (gastas?) pelo tempo, que, apesar de tudo, não mudou muito a humanidade. É gratificante ver a história longe do ranço dos livros "oficiais" e com esse tempero saboroso. E, diga-se de passagem, diferentemente das especiarias, esse tempero apenas realça o sabor, não havendo gosto ruim ou de estragado que necessitem disfarce.
Luiz Alberto Ferreira Jardim
Aracaju, SE

 

MST

A reportagem vem mostrar a realidade de um movimento que já deixou há muito seu intuito. O MST agora quer projeção para seu outro lado: o de arruaceiros, muito distante do propósito da reforma agrária pela qual eles iniciaram sua luta e na qual vêm sendo atendidos ("O movimento dos sem causa", 26 de abril).
Sidnéia Macarini Martins
Presidente Prudente, SP

 

Ioga

Realmente a prática de ioga vem ganhando um número cada vez maior de adeptos no mundo e também no Brasil. Não mais uma atividade alternativa, está virando uma opção para um público interessado em trabalhar o corpo com consciência. É importante esclarecer que, apesar da popularização, o power yoga não é só uma ginástica, e sim uma prática séria que exercita o corpo e a mente em busca de saúde e paz ("A ginástica zen", 26 de abril).
Marco Schultz
poweryoga@poweryoga.com.br

 

Arc

Arc, você arrebenta mesmo. Quero dizer rasgando o português que você é nota 10000000000. D+++++++. Mesmo usando como figura um marciano desconhecido, você sabe como falar a verdade que muitos têm medo de dizer. Beijos.
Danielle
sinatel@nettravel.com.br
Cacoal, RO

 

CORREÇÕES: A produção de ovos no Brasil foi de 14,8 bilhões de unidades e não 15 milhões, como foi publicado na seção Hipertexto ("0800 on-line agropecuário", 26 de abril).
Na reportagem "Impávido colosso"(26 de abril), o crédito da foto das árvores azuis é de Heloisa Bortz.
Christian Vecchi, citado na reportagem "México na linha" (26 de abril), é consultor da área internacional da Tendências.
Michael Schumacher não mora mais em Mônaco ("A fuga dos impostos", 26 de abril).