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Home  »  Revistas  »  Edição 2128 / 2 de setembro de 2009


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Conversa com Kleber BamBam

"Lula também não era levado a sério"

Vencedor da primeira edição do Big Brother, Kleber Bambam
decidiu expandir seu horizonte profissional. Além de se apresentar
como ator, cantor e empresário, ele pretende iniciar carreira na
política. Negocia sua filiação ao PTB


Gabriele Jimenez

Arquivo pessoal
Bambam: o cunhadão já tem vaga no gabinete dele


Por que você decidiu tentar a carreira política?
Tenho amigos vereadores, deputados e senadores. Eles sempre me chamam. Agora, com 31 anos, estou maduro, aprendi bastante em vários segmentos. Este é o momento!

Quais são as bandeiras do PTB?
Ainda não sei... Mas o importante é levantar a bandeira do povo, porque o povo precisa, né?

Quais são as bandeiras do povo?
Várias. A saúde é relacionada com a educação, que é relacionada com o esporte e vice-versa, entendeu? Quando eu me filiar, a equipe vai estudar qual vai ser o foco.

Quem está na sua equipe?
Meus sócios. Sou sócio de uma rede de autoescolas. Além deles, tem o meu cunhado, junto com o sócio dele.

Sabia que político não pode contratar parente?
Eu ainda não contratei. Ele é meu cunhado, pô, falo com ele toda hora.

Você acha que terá muitos votos?
Se todo mundo que votou em mim no Big Brother votar de novo, vai ser bastante, né?

Como você vê a política brasileira?
Tem de dar uma melhorada, mas não é tão grave assim. Só o que não tem solução é a morte.

Os eleitores vão levá-lo a sério?
Isso é relativo. Lula também não era levado a sério e, hoje, é presidente da República.

Então, você poderia ser presidente?
Taí uma coisa a se pensar. Dizem que depois que você entra na política não quer mais sair. É um mundo bacana.

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