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Guia
Seu
primeiro livro
Como
passar pelo funil das editoras
Ilustração Lucia Brandão
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Publicar
o primeiro livro é mais difícil do que plantar uma
árvore ou ter um filho. Mas alguns conselhos podem ajudar
a achar uma editora. "É preciso respeitar certas regras estabelecidas
para iniciantes", diz Laura Bacellar, autora de Escreva Seu Livro
(editora Mercuryo).
Procure uma editora com o perfil que pareça adequado ao de
sua obra.
Contrate um revisor de gramática e ortografia antes de enviar
o texto. No mercado também há profissionais que fazem
leitura crítica para iniciantes.
Envie
pelo correio uma cópia com páginas numeradas. Inclua
uma pequena carta de apresentação com nome, endereço
e telefone. Não faça sugestões sobre capa,
ilustração ou desenhos nem indique que já registrou
o texto por receio de plágio.
Não
adianta telefonar para "explicar" o livro à editora. Ela
contrata leitores externos para emitir pareceres.
Saúde
Boa
notícia
Contra o câncer de pâncreas
Especialistas
do centro de pesquisa Memorial Sloan-Kettering, de Nova York, apresentaram
em um congresso na Europa uma possível vacina contra o câncer
de pâncreas. Ela é extraída de uma proteína
presente nesse tipo de tumor. A vacina faz o sistema imunológico
atacar toda célula que contenha a proteína. A mortalidade
de pessoas com câncer de pâncreas é elevada:
90%, mesmo entre as que têm o tumor extirpado. No estudo,
dez pacientes foram submetidos à cirurgia e vacinados oito
semanas depois. Em três deles, o tumor não ressurgiu,
passados mais de dois anos da vacinação.
Má
notícia
A volta do sarampo
Segundo
trabalho publicado na revista Science por cientistas da Universidade
de Londres, o medo da vacinação fez aumentar os casos
de sarampo. Um controvertido estudo do fim da década passada
associou a vacina MMR (contra sarampo, caxumba e rubéola)
a casos de autismo. Muitos pais passaram a ter receio de vacinar
os filhos. Na Inglaterra, em sete anos a taxa de imunização
caiu de 92% para 84% das crianças e o número médio
de pessoas que um doente contamina subiu de 0,47 para 0,82
se passar de 1, é sinal de que a transmissão da doença
está fora de controle.
Colaboraram
Cynthia Almeida Rosa, Iva Oliveira e Paulo Araújo
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