Publicidade
buscas
cidades PROGRAME-SE
Edição 1 749 - 1° de maio de 2002
Radar

estasemana
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Índice
Seções
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos

colunas
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Luiz Felipe de Alencastro
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo

seções
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Carta ao leitor
Entrevista

Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Veja essa
Arc
Gente
Datas

Para usar
VEJA on-line
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos

arquivoVEJA
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Arquivo 1997-2002
Reportagens de capa
2000|2001|2002
Entrevistas
2000|2001|2002
Busca somente texto
96|97|98|99|00|01|02


Crie seu grupo




 

Felipe Patury

ELEIÇÃO

Ainda é cedo

Estudo da empresa de consultoria MCI revela que os eleitores prestam atenção nas pesquisas para definir o voto, mas 52% deles não se importam com o que elas dizem neste momento. Eles só vão escolher o candidato depois da Copa do Mundo.

 

BANCOS

Atenção, investidor

O governo esmiúça há três meses os fundos de investimento que compraram ações e títulos de empresas de telefonia. A operação começou quando os papéis da BCP, uma das celulares de São Paulo, despencaram. Os fiscais querem saber se os bancos contabilizaram a queda. Se não fizeram isso, os cotistas têm menos dinheiro do que mostram seus extratos.

 

Aceita uma bala de troco?

O Banco Central promete resolver o problema de escassez de troco que vem incomodando principalmente o comércio. Deve ser colocado em circulação 1,2 bilhão de moedas, a maior parte de 10 e 25 centavos. Também será intensificada a distribuição de notas de 5 reais.

 

Freeman com ações brasileiras

 
Ed Ferreira/AE
Freeman e FHC: dinheiro da Embraer

Na semana passada, o ator americano Morgan Freeman veio ao Brasil para lançar o filme Crimes em Primeiro Grau. Na oportunidade, esteve com o presidente FHC. Fisicamente, foi sua primeira visita ao país. Economicamente, o ator já tinha uma ligação com o Brasil. Freeman é acionista da Embraer. Numa primeira compra, ocorrida há alguns anos, arrematou 30.000 dólares em ações da empresa. Há dois anos, as ações da Embraer caíram e Freeman dobrou a aposta. As ações recuperaram o preço. "Ganhei muito dinheiro", contou o ator.

 

RECEITA

Golpe do contador

A Receita Federal autuou 52 contadores em Curitiba. Eles embolsavam o dinheiro que os clientes mandavam para pagar impostos. Os fiscais acharam um festival de guias de arrecadação falsificadas e cheques sem fundo. Os contadores podem pegar até cinco anos de cadeia.

 

AVIAÇÃO

O problema é a renda

O governo analisa propostas de salvamento do setor aéreo, mas a sobrevivência do segmento esbarra na renda nacional. Os americanos viajam, em média, três vezes por ano. Os brasileiros, uma vez a cada cinco anos. A conta é de Ozires Silva, presidente da Varig.

 

COMBUSTÍVEL

Álcool adulterado

A Agência Nacional do Petróleo preparou um estudo a respeito da qualidade do álcool usado como combustível. Descobriu que o nível de adulteração superou o da gasolina. De cada 100 litros do produto vendidos nos postos, 18 litros estão batizados com produtos químicos inadequados. O patamar de adulteração da gasolina é de 15 litros em 100.

 

SAÚDE

A conta da dengue

Os planos de saúde começaram a despachar neste mês pedidos de aumento das mensalidades para a Agência Nacional de Saúde. Além de recuperar a inflação, algumas empresas querem um porcentual a mais para cobrir os gastos imprevistos com o tratamento da dengue de seus associados.

 

EDUCAÇÃO

Vai dar briga

As universidades que vêm alcançando notas boas no Provão montaram um lobby para tirar vantagem do teste. Elas querem aprovar uma lei incluindo o resultado do Provão no histórico escolar dos alunos. Aquelas faculdades com desempenho sofrível prometem reação.

 

EXPORTAÇÃO

Entrem num acordo

O ministro Pratini de Moraes, da Agricultura, passou um pito num grupo de exportadores de porco e frango que entrou numa guerra para ver quem vendia mais barato. Os preços baixaram tanto que o país poderia ser acusado de fazer dumping.

 

PRECONCEITO

Retrato da exclusão

Este estudo será divulgado nos próximos dias na Universidade de Oxford, na Inglaterra: os negros representam um quarto da população de São Paulo. Mas são metade dos presidiários do Estado. Os dados são da Fundação Seade.

 

CONSUMO

Vinhos mais caros

Em uma primeira fase pós-Plano Real, o consumo de vinho no Brasil saltou de 2 milhões para 3 milhões de caixas anuais. Numa segunda onda, os brasileiros passaram a beber vinhos mais caros. Em uma das maiores importadoras, o faturamento cresceu 33% no ano passado, sem aumento no volume comercializado.

 

JUSTIÇA

É campeão, é campeão!

O Brasil é recordista mundial de processos trabalhistas. São 2,5 milhões de ações por ano, contra 75.000 processos anuais nos Estados Unidos e na França.

 

TELECOMUNICAÇÕES

A crise se espalha

O mau momento no setor de telefonia no Brasil atinge agora os fornecedores das teles. A Pirelli, maior fabricante de cabos telefônicos no país, viu seus contratos minguar. A Telefônica, um de seus maiores clientes, avisa que só volta a comprar no ano que vem.

 

SALÁRIOS

O mais bem pago

A Perfil Consultores concluiu um estudo sobre a remuneração dos superexecutivos brasileiros. Foram pesquisados os salários nas empresas com faturamento anual acima de 1,5 bilhão de dólares. O trabalho mostra que os executivos conseguiram aumento no ano passado quase duas vezes maior que a inflação. Uma curiosidade: o mais bem pago do país levou para casa 3,3 milhões de reais em 2001.

 

A ajuda financeira desapareceu

Robson de Freitas
Fernandes: bancando tudo sozinho


O financista Luiz Cezar Fernandes, o ex-banqueiro Júlio Bozano e o dono do BarraShopping, José Isaac Peres, juntaram-se em 1995 para criar o Disque-Denúncia no Rio. Naquele tempo, havia treze casos de seqüestro por mês na cidade. A empreitada deu certo: o número caiu para nove e cinqüenta patrocinadores passaram a contribuir com 2 milhões de reais por ano. Hoje, não há mais seqüestros todos os meses no Rio. Mais tranqüilos, os financiadores abandonaram o Disque-Denúncia. Comportam-se como se o serviço fosse preventivo. Fernandes banca tudo sozinho desde julho do ano passado.

 

Colaboraram: Luís Henrique Amaral,
Ronaldo França e Sandra Brasil



 
 


   
  voltar
   
  NOTÍCIAS DIÁRIAS