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Edição 1 749 - 1° de maio de 2002
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Que saudade da Anita...

Ivana Marcarenhas
Mel Lisboa de pernas para o ar: talento de acrobata


Sua apagadinha Gabriela está longe de ter uma presença de Anita, mas basta Mel Lisboa acenar com seus dotes naturais para fazer com que os fãs morram de saudade de toda aquela carga dramática exibida na minissérie da TV Globo. Atualmente na novela Desejos de Mulher, a atriz aproveitou um intervalo de gravações na praia para relembrar as aulas de acrobacia que foi obrigada a abandonar no ano passado, quando virou celebridade. Entre uma estrela aqui e uma pirueta ali, acabou revelando um segredo escondido sob a microssaia: uma tatuagem de fadinha, da coleção de quatro que ela exibe no corpinho de lolita.

 

Mais do que uma bonequinha


Antonio Milena
Ana Paula: peça-cabeça e elogios da crítica


Primeiro, as passarelas; em seguida, uma ou duas novelas na Globo; e, por último, o pobre Ibsen – o preferido entre os autores-cabeça condenados a provar que a estrelinha em ascensão não é apenas mais um rosto bonito na TV. Ana Paula Arosio seguiu à risca a trajetória, mas com uma diferença: sua atuação como Nora, em Casa de Boneca, vem recebendo consideráveis elogios da crítica. "Tive, sim, um pouco dessa história de mostrar que eu sou capaz", admite. "Mas a atualidade do texto me fascina. Existem muitas mulheres presas à condição de bibelô dentro de casa. O mundo está cheio de Noras."

 

Onde estão os cabeleireiros?

Mãe sofre, até em Hollywood. Ocupadíssimas com seus novos pimpolhos, Diane Keaton e Celine Dion deram recentemente a prova definitiva do desvelo materno através da desordem capilar. Impassível com seus bobes na cabeça, a atriz e diretora americana, durante um passeio com o filho Duke por um parque em Los Angeles, deixou-se flagrar na mais deselegante de todas as poses. Já o desastre cênico protagonizado pela intérprete de My Heart Will Go On ganhou proporções ainda mais titânicas diante do contraste de seus rolinhos com o impecável chapéu Gucci exibido pelo filho, o aprumadíssimo René-Charles.

 

Tumulto no meio-de-campo

Parecia uma final de Copa: a revelação do romance entre o técnico da seleção inglesa Sven-Goran Eriksson e a apresentadora de TV Ulrika Jonsson, sua conterrânea sueca, parou a Inglaterra na semana passada. O lance mais agressivo partiu da loira. Flagrada em jogada armada com o técnico, confirmou alegremente que pretendia, sim, chutar a gol. Quando o país inteiro (Ulrika incluída) aguardava uma troca de time, Eriksson foi visto em evidente reconciliação com a companheira, a italiana Nancy Dell'Olio – que todo mundo (Ulrika incluída) supunha ter sido rebaixada a ex. Nancy já havia provado que chuta forte, convidando o ex de Ulrika para um almoço em que sabe-se lá que jogadas foram tramadas. A loira saiu arrasada de campo. Suécia zero, Itália um.

 

Cabeça feita

 
Vera Donato
Rafaela e Rafael: amor à prova de cortes

Ai, que loucuras as mulheres não fazem por amor. A mais recente demonstração disso foi dada por Rafaela Fischer, que surgiu na noite carioca na semana passada com um improvável corte moicano, criação e execução do namorado, Rafael Barros. Ma-mãe Vera torceu o nariz. Rafaela está em fase de afirmação: assumiu a miopia e as curvas fartas e mudou de curso na faculdade, para cinema. Jura que adorou o visual rebelde – embora, por via das dúvidas, venha circulando também de peruca. "Só para variar", esclarece. Em nome do amor, fica combinado que todo mundo acredita.

 

Olhe as fotos abaixo: quem é
a clone do Clone?

 
Divulgação/TV Globo
João Miguel Junior/TV Globo
Débora e Cynthia: problema resolvido em família

Impossibilitado de clonar seu azarado elenco, que já sofreu nove desfalques temporários por doença, o diretor de O Clone, Jayme Monjardim, já tinha uma solução quase pronta quando Débora Falabella foi internada com meningite. Chamou a irmã mais velha da atriz, xerox perfeito da original, para dublar Mel, a dependente de drogas que tenta livrar-se do vício. Cynthia Falabella, que também é atriz e mora em Belo Horizonte, aproveitou a chance (não, felizmente a doença da irmã não é grave). Entusiasmada, já começa a achar que a capital mineira é pequena demais para ela: "Quero me mudar para o Rio, onde o mercado é melhor".

Editado por Thaís Oyama.
Colaboraram Bel Moherdaui e Silvia Rogar


 
 
   
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