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O popstar da realeza
Leonardo DiCaprio,
o astro de Titanic, tem um concorrente da pesada
no coração das menininhas: o tímido príncipe William,
filho mais velho de Charles e Diana. Na semana passada,
em visita a Vancouver, no Canadá, o pupilo de 15 anos
foi recebido como um verdadeiro beatle dos bons tempos
por adolescentes histéricas. Em casa, já colecionou
mais de 100 cartões no último Dia dos Namorados. A
imprensa cunhou até um termo que explica a profusão de
pôsteres do herdeiro da coroa inglesa nas paredes de
muitos quartos: "Willsmania". O pequeno
príncipe aproveita a onda: já saiu mais de uma vez com
a supermodelo Cindy Crawford só para almoçar.
Deus não apareceu
Estava tudo certo:
era só sintonizar o canal 18 e, à meia-noite da
terça-feira 24, Deus, Ele próprio, falaria em cadeia
mundial. Sem dar explicações, Ele não apareceu,
frustrando os 200 membros da Igreja da Salvação de
Deus. A seita de Taiwan havia anunciado a aparição e
esperava que o Senhor confirmasse sua vinda à Terra no
dia 31, a bordo de um disco voador que pousaria em
Garland, perto de Dallas, nos Estados Unidos, para onde
os crentes se mudaram. "Prefiro que vocês não
acreditem mais em mim", choramingou o líder Chen
Hon-Ming.

Alforria
Nunca as crianças inglesas se interessaram tanto por uma
sessão do Parlamento. Na quarta-feira passada, os
deputados proibiram, por 211 votos a 15, uma prática
secular nas escolas da Inglaterra: a palmada. Surras já
haviam sido abolidas no Exército e nas prisões fazia
décadas. Os colégios públicos não usavam do
expediente desde 1986. Duzentas instituições de ensino
privado terão de aposentar as chibatas.
Godzilla
norte-coreano
Um cineasta é
seqüestrado por um ditador cinéfilo que o obriga a
filmar. A história dá bom roteiro, mas não é
original: o sul-coreano Shin Sang Ok, raptado por agentes
da Coréia do Norte em 1978, trabalhou por oito anos para
o ditador Kim Jong Il. Entre as produções em cativeiro,
que só agora foram vistas, está Pulgasary, um
filme de monstros de papelão derrotados por heróicos
camponeses.
Editado
por Jaime Klintowitz

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