"O Brasil baixa suas tarifas, facilitando a vida de quem precisa viajar a negócios e investindo no turismo. O importante é que com a queda dos preços não se descuide da qualidade dos vôos."
Sayonara Tossulino de Almeida
Mangueirinha, PR

Companhias aéreas

Numa semana em que o tom de todas as conversas são as prováveis mudanças no ministério do presidente Fernando Henrique, somente VEJA foi capaz de nos presentear com um assunto tão polêmico. Esperamos ver uma concorrência sadia não somente no mercado de passagens aéreas, que será benéfica para muitos setores da economia, mas também no mercado de locação de veículos e diárias de hotel ("Festa de promoções", 25 de março).
Marlon Alves Silva
Salvador, BA

Essa iniciativa de redução das tarifas aéreas deve servir apenas de exemplo de como a concorrência pode ser boa para o Brasil e principalmente para a população. É louvável a redução, mas os preços precisam baixar ainda mais, pois ainda estão longe de ser acessíveis à maior parte da população.
Marcus Daniel Knop Guazzi Messias
Ouro Preto, MG
marcusdaniel@hotmail.com

Muito oportuna e esclarecedora a reportagem de capa da edição 1539, trazendo à tona a necessidade de mudanças e revisão das estratégias de mercado da aviação civil brasileira. Propostas como as abordadas no texto têm sido debatidas há longo tempo pelos Estados do Nordeste, prejudicados na chegada de turistas por causa do alto custo do bilhete aéreo na composição dos pacotes turísticos. Esperamos que as novas oportunidades de tarifas aéreas despertem os brasileiros para conhecer seu próprio povo, seus costumes, gastronomia, História, ritmos e folclore, e convidamos VEJA a contribuir para essa iniciativa ao revelar novos destinos turísticos brasileiros, como João Pessoa, capital da Paraíba, extremo oriental das Américas e considerada pela ONU a cidade mais verde do nosso continente.
André Paranhos
diretor de economia e fomento
Empresa Paraibana de Turismo S/A - PBTUR

http://www.zaitek.com.br/~paraiba-turismo

pbtur@zaitek.com.br

Apesar de essa briga de preços ser positiva e beneficiar os consumidores, não podemos esquecer que não basta o preço ser vantajoso para garantir novos passageiros ou que os antigos continuem voando pelas mesmas companhias. É necessário que o respeito a esses passageiros seja garantido, o que não ocorreu conosco no vôo 775 da Vasp, do dia 21 de janeiro de 1998. Passamos catorze horas no aeroporto de Zurique, com destino a São Paulo, sem acomodação em hotel nem tratamento adequado por parte da equipe de terra da companhia.
Rosara Frenk, Mônica Pipex
e Cláudia Chaimovitz
São Paulo, SP

VEJA acusou sem nenhuma prova ou embasamento legal o Departamento de Aviação Civil, DAC, de manter "relações de lucrativa promiscuidade". Atribuiu ao ministro-chefe da Casa Civil a responsabilidade pelo plano de liberalização do mercado aéreo, quando, na verdade, a responsabilidade pelas medidas de liberalização nos descontos das passagens aéreas é do DAC, conforme prova a Portaria 986/DGAC, de 18 de dezembro de 1997. VEJA ainda informou que a reunião entre o DAC e os presidentes das empresas aéreas foi realizada a pedido das empresas. Ao contrário, a reunião foi realizada a convite do diretor-geral do DAC, Masao Kawanami.
Léa Cavallero Dénys
assessora de comunicação social do DAC
Rio de Janeiro, RJ

Luiz Marinho

Com relação à entrevista com o senhor Luiz Marinho, faz-se necessário ressaltar que o sindicalismo é hoje um organismo em extinção. Tem-se a impressão de que muitos ainda não perceberam que a sociedade mundial está em mutação rápida. Aliás, pergunta-se: qual a necessidade, por exemplo, do imposto sindical, um autêntico dinossauro (Amarelas, 25 de março)?
Alfredo Scottini
Blumenau, SC

Bill Clinton

Pela reportagem "A mulher da vez" (25 de março) é possível perceber como as pessoas têm maior preocupação com a vida alheia do que com a própria. Kathleen Willey achou excelente a idéia de Mônica para enriquecer. Se essas mulheres foram assediadas e permaneceram tanto tempo caladas, é sinal de que gostaram.
Carla Cristina M. Kuchenbecker
Betim, MG

Veja essa

A opinião da senhora Regina Navarro Lins (Veja essa, 25 de março) é descabida, pois a traição numa vida conjugal não pode ser vista como expressão de liberdade individual, mas como quebra na relação por infidelidade. Os conceitos de fidelidade têm raízes na infância, por modelos aprendidos na família, e uma psicanalista não pode desconhecer isso. Para ter uma vida sexual livre, com parceiros variados, não se deve fazer a opção pelo casamento, que, se não é um confessionário, também não é uma caixa de segredos, pois, em princípio, se baseia na confiança mútua.
José Luiz de Sá Cavalcanti
Rio de Janeiro, RJ

Ponto de vista

O professor Stephen Kanitz coloca com toda a sinceridade e clareza as dificuldades que enfrentarão os jovens ao procurar emprego. O que ocorre, porém, é que Kanitz pensa e fala para as mães de classe média preocupadas com os filhos que estão em boas faculdades e universidades e têm uma vida estável. O problema é muito maior. Tenho 18 anos, uma salgada faculdade de 539,48 reais, um pai desempregado e nenhuma qualificação específica a ser colocada no currículo. Estou procurando qualquer emprego desde dezembro e não estou preocupada com o que vem depois da faculdade, mas, sim, em pagá-la (Ponto de vista, 25 de março).
Débora Rubin de Toledo
São Paulo, SP

Voltando hoje de férias e colocando a vida em dia, tenho como uma das minhas prioridades felicitar Stephen Kanitz pelo artigo "O fim da incompetência" (4 de março). O artigo é um primor. Nos últimos tempos eu também ando fazendo pregações na mesma direção. Fico feliz em saber que, em alguma coisa, estamos acertando.
Gustavo H.B. Franco
Rio de Janeiro, RJ

Anticoncepcional masculino

Como estudante de medicina quero cumprimentar Karina Pastore por suas belas reportagens, pela forma simples e objetiva com que explica aos leigos um assunto tão complexo sobre como o anticoncepcional masculino age, alguns efeitos colaterais e a forma de evitar tais efeitos. Só resta agora saber quando essa novidade vai chegar até nós e como os homens reagirão perante ela ("A escolha é dele", 25 de março).
Cátia Luciane Marini
Monte Mór, SP

Vida saudável

Ao ler a afirmação de que hoje há mais obesos no Brasil do que pessoas desnutridas, gostaria de fazer as seguintes observações: o presidente Fernando Henrique, em palestra feita na Sorbonne, em Paris, em 1996, afirmou que somos 37 milhões de consumidores, numa população de 160 milhões de brasileiros. A CNBB Pastoral da Criança afirmou em 1994 que no Brasil cerca de 400.000 crianças com menos de 5 anos de idade morrem de desnutrição. O IBGE confirmou essa estatística, em 1997. O IBGE também confirmou em 1997 que mais de 120 milhões de brasileiros não são consumidores e não participam da economia formal. Dez por cento dos 120 milhões são os filhos desnutridos dos brasileiros excluídos da economia formal. Nosso único objetivo desde 1993 é combater a desnutrição infantil de zero a 7 anos, a partir da gestante. Todo nosso trabalho baseia-se no item 2.5 da declaração de Nova Delhi — Unesco 1993. Esse item foi incluído na referida carta de Nova Delhi graças ao apoio que tivemos dos governos do México, da Índia e da China. Na redação deste item, redigido por nós, no Brasil, fizemos incluir a seguinte frase: "Se não alimentarmos adequadamente a primeira infância, todos os projetos serão inúteis" ("Uma boa surpresa", 25 de março).
Carlos Eduardo Calfat Salem
presidente da Fundação Instituto Calfat-Salem
São Paulo, SP

Aleijadinho

Ao contrário do que relata a reportagem "O mal do mestre" (25 de março), os restos de Aleijadinho não permaneceram adormecidos até os dias atuais. No início da década de 70, o professor Paulo da Silva Lacaz, com a devida permissão da Igreja, obteve um pequeno fragmento ósseo de Antônio Lisboa. Análises químicas desse fragmento e relatos da sintomatologia apresentada pelo mestre de Congonhas levaram Paulo Lacaz a advogar o diagnóstico de porfiria eritropoiética congênita, doença que em determinada fase muito se parece com a hanseníase (vide René Laclette — O Aleijadinho e Suas Doenças, Rio, 1976).
Sylvio Gonçalves da Silva
Rio de Janeiro, RJ

Omissão no holocausto

Lamentável que o Vaticano, representante dos cristãos católicos, que sempre gozou de influência dos meios políticos e sociais, nada fez para ajudar a evitar o massacre de nossos irmãos que morriam como verdadeiros animais em campos de concentração e câmaras de gás. Caberia pelo menos um simples pedido de perdão a esse povo que tanto contribuiu e contribui para o enriquecimento da ciência e das descobertas. Não podemos nos esquecer que a origem do cristianismo, Jesus, era um judeu ("Exame do passado", 25 de março).
Antonio Siqueira de Oliveira
Sorocaba, SP

Portugal

Sentimos satisfação quando um veículo de comunicação do porte de VEJA inclui em suas páginas algo sobre Portugal. Na reportagem "Visão do futuro" (25 de março), é descrita de forma resumida, mas clara e objetiva, a reforma da velha Lisboa, que passa a ser uma cidade moderna, voltada para o futuro. Entretanto, os comentários adicionais — os longos braços de Castela — sobre os abusos dos espanhóis, que incluem toscas observações de um redator do Expresso, estão fora de contexto. A Europa hoje já não tem fronteiras e, daqui a meia dúzia de anos, só terá as línguas distinguindo o que foram nações com confrontos, dissidências e outras "grandes causas" que envergonham a espécie humana.
Gabriel Cipriano
Rio de Janeiro, RJ

Futebol

Ao contrário do que foi publicado na reportagem "Eficiência máxima" (25 de março), o Brasil chegou a cinco finais do Mundial de Futebol: 1950, 1958, 1962, 1970 e 1994.
Romualdo Almeida Neto
Brasília, DF

Suzana Vieira

Realmente o papel de vilã para Suzana Vieira lhe caiu muito bem. É impressionante como ela consegue ser esnobe, mesquinha e insuportável. Para mim ela se tornou o eixo central da novela, pois nossa atenção está toda voltada para essa encantadora vilã. Parabéns a VEJA por essa reportagem e a Suzana Vieira pelo trabalho ("A malvada da hora", 25 de março).
Rosangela de Oliveira
Vitória, ES

Tim Maia

Apesar de serem sucessos de Tim Maia, VEJA informou errado em Datas (25 de março) as autorias das músicas. Na verdade, Primavera é da dupla Cassiano e Silvio Rochael e Coroné Antonio Bento é do saudoso compositor maranhense João do Vale em parceria com Luiz Wanderley.
Nelson Augusto Nogueira Lopes
Fortaleza, CE

Amazônia

Na reportagem "Inferno na selva" (18 de março) há um equívoco. A foto da página 101 não é do leito seco do Rio Branco. Na verdade, é um diminuto lago localizado no parque público Anauá, na cidade de Boa Vista.
Fridman da Cunha Nascimento
Boa Vista, RR

VEJA na Sala de Aula

Queremos cumprimentá-los pela brilhante iniciativa. Era exatamente o que reclamávamos há cerca de três anos, quando enviamos carta manifestando nosso descontentamento pela falta de material para nossos filhos estudantes, e principalmente para nós educadores. Como VEJA é um verbo imperativo, e o verbo indica ação, sabíamos que um dia haveria a ação de melhorar ainda mais o melhor veículo de comunicação deste país. Só faltava isso: uma revista para ler e educar (Carta ao leitor, 25 de março).
Davi Dumas Neves e Drucila Eny de A.R. Neves
São Paulo, SP

Notícia auspiciosa para nós professores, que lecionamos as disciplinas sociologia e filosofia para o 2º grau. Parabéns pela iniciativa.
Roberto Eustáquio Neves
Pará de Minas, MG


CORREÇÃO: A legenda publicada na reportagem "Só faltam voar" (25 de março) está correta, mas a foto que aparece é do tênis 3D Ultralite e não a do DMX 2000.


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